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Mostrando postagens de 2017

Amadurecimento da Bacia de Campos e queda da receita de royalties na região Norte Fluminense

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A participação percentual da receita de royalties nos municípios da região Norte Fluminense, em relação ao total dos municípios do estado do Rio de Janeiro, caiu fortemente nos meses do primeiro quadrimestre de 2017 em relação ao mesmo período de 2011. Podemos observar no gráfico uma retração média da receita de 13,28 pontos percentuais no período, resultado do amadurecimento dos poços da Bacia de Campos.  Já na comparação entre a receita total dos municípios do estado do Rio de Janeiro, em relação ao total da receita total dos municípios do país, foi observada uma queda mais branda de 8,21 pontos percentuais, em função da produção fora da Bacia de Campos. O produção de petróleo no pré-sal interrompeu uma maior queda no contexto do estado, frente ao país. A presente análise corrobora com a visão de que é urgente a busca de alternativas que possam substituir as rendas petrolíferas, cuja trajetória é declinante.

Movimentação do emprego formal na região Norte Fluminense em abril

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O saldo negativo de emprego formal desacelerou em abril na região Norte Fluminense. Foram eliminadas 56 vagas no mês, contra 1.815 vagas em março. Macaé eliminou 883 vagas no mês, enquanto Campos dos Goytacazes criou 770 vagas em decorrência do inicio da safra de cana de açúcar.  No acumulado de janeiro a abril, a região eliminou 3.113 vagas, concentradas em Macaé com a eliminação de 2.971 vagas no quadrimestre do ano. Deste total, foram eliminadas 907 vagas no setor de serviços, 804 vagas na construção civil, 503 vagas no setor extrativa mineral, 502 vagas no comércio e 206 vagas na indústria de transformação. Somente o setor agropecuário gerou resultado positivo com a criação de 7 vagas de emprego no quadrimestre.  Campos dos Goytacazes eliminou 97 vagas no período, sendo 440 vagas na construção civil, 384 vagas no comércio, 144 vagas no setor de serviços e 19 vagas no setor extrativa mineral. Os setores agropecuário e industria de transformação geraram resultados positivos. Foram cri…

Produção física industrial do Rio de Janeiro dá sinais de aquecimento em 2017

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O setor industrial do Rio de Janeiro dá sinais de recuperação no primeiro trimestre de 2017. Em janeiro cresceu 4,8% em relação a janeiro de 2016, em fevereiro cresceu 3,6% e em março cresceu 6,1% em relação ao mesmo período.  O setor metalúrgico teve papel fundamental nesse aquecimento. Em janeiro cresceu 31,3%, seguido pela indústria extrativa com crescimento de 13% e do setor de manutenção, reparo e instalação de máquinas e equipamentos com 9%. Em fevereiro o setor cresceu 27,7%, seguido pela fabricação de veículos automotores 18,8% e da fabricação de bebidas com 14,3%. Já em março, o setor cresceu 36,3%, a fabricação de bebidas 38,8% a automobilista 31,6% e a extrativa cresceu 10,1% no mesmo período. Conforme observado no gráfico, a variação da industria no Brasil ficou muito aquém do estado do Rio de Janeiro.

Entendendo a crise fiscal em Campos dos Goytacazes

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O entendimento sobre gastos em investimento como critério de eficiência na execução orçamentária municipal, permite uma análise mais profunda da trajetória financeira dos municípios no estádio do Rio de Janeiro. Consideramos os municípios líderes das microrregiões e identificamos que no período de 2002 a 2016, Campos dos Goytacazes apresentou o melhor resultado do estado. Com uma média nominal de 16,89% de investimento em relação as receitas correntes nos últimos quinze anos, superou a média de 14,10% da alocação feita pelo Rio de Janeiro.
Observamos ainda nesses quinze anos, um forte coeficiente de correlação de 0,855650185 entre receitas correntes e investimento público no município. De 2002 a 2009, período de evolução das rendas petrolíferas, o coeficiente de correlação apurado foi de 0,763265106. Já no período de 2009 a 2016, onde se verificou declínio da participação relativa na produção de petróleo da Bacia de Campos em relação a produção no país, o coeficiente de correlação de …

Oito anos do blog Economia Norte Flumiense

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Estamos comemorando mais um ano de vida. Em maio de 2009 iniciamos o esforço de divulgar informações credibilizadas sobre a região Norte Fluminense. Com oito anos de trabalho intenso, acreditamos que estamos cumprindo o nosso objetivo, porém com o entendimento de que ainda existe uma longa estrada para percorrer. 
Parabéns a todos os leitores do Blog Economia Norte Fluminense.  Abraços, Alcimar Chagas.

Resultado superavitário na Balança Comercial brasileira em abril

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A Balança Comercial brasileira contabilizou um saldo superavitário de US$6.967 milhões em abril. As exportações somaram US$17.686 milhões e as importações US$10.717 milhões no mês. No acumulado de janeiro a abril, o saldo foi superavitário em US$21.387 milhões. As exportações acumuladas somaram US$68.149 milhões e as importações US$46.762 milhões no período. na comparação com o mesmo período acumulado do ano passado, as exportações cresceram 21,8% este ano, enquanto as importações acumuladas cresceram 9,53%. O saldo superavitário neste quadrimestre é maior 61,4% do que o saldo no quadrimestre de 2016.

Exportação de petróleo em abril

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A exportação de petróleo em tonelada caiu 21% em abril, com base em março. A receita em dólar caiu 23,6% e o preço caiu 3,5% no período. Na comparação com abril do ano passado, o volume embarcado caiu 10,3%, a receita cresceu 42,8% em função da valorização de  59,16% no preço por tonelada.

Exportação de minério de ferro em abril

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A exportação de minério em tonelada caiu 33,9% em abril, com base em março desse ano. A receita em dólar caiu 30,3%, enquanto o preço subiu 5,6% no período. Na comparação com abril do ano passado, a queda no volume embarcado foi de 17,0%, enquanto a receita cresceu 69%, em função do crescimento de 103,9% no preço, no mesmo período.
O gráfico mostra a trajetória do preço para o mês de abril, no período de 2012 a 2017. podemos observar uma boa recuperação do preço de exportação em 2017, depois da forte queda nos anos anteriores.

Exportação de açúcar em abril

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O volume em tonelada de açúcar exportado em abril, caiu 1,71% em relação a março, mantendo a trajetória de queda neste ano. A receita em dólar caiu 3,15% e o preço caiu 1,46% no mesmo período. Na comparação com abril do ano passado, o volume exportado caiu 8,72% enquanto a receita em dólar cresceu 30,2% , devido a evolução do preço em 42,63% no mesmo período.
O gráfico apresenta a evolução do preço e exportação do açúcar em bruto para o mês de abril, no período de 2012 a 2017. Neste ano podemos observar a recuperação do preço, depois de uma trajetória de queda acentuada até 2016.

Não existe crise financeira em São João da Barra

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As receitas orçamentárias dos municípios são divididas em receitas próprias (impostos e taxas no contexto do Município) e transferências constitucionais feitas pelos governos do Estado e Federal. As transferências tem uma peso, substancialmente, maior e nelas estão as rendas de petróleo, o fundo de participação dos municípios, o ICMS, recursos para saúde, educação, assistência social, merenda escolar, dentre outras. As transferências de recursos federais para a região Norte Fluminense no período de janeiro a abril de 2017, calculada por habitante, são apresentadas na figura a seguir:















Fonte: Transparência Federal
Vejam que a crise tão alardeada pelo governo de São João da Barra, parece não se justificar. O Município nesse quadrimestre recebeu um montante de R$856,06 por habitante, valor maior 138,58%  do que o valor médio da região Norte Fluminense e 473,74% maior que a média do estado. As transferências federais somaram R$29.863.350,43 no período de janeiro a abril. Se considerarmo a m…

Flutuação do emprego formal no período de janeiro a março em São João da Barra

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O governo atual em São João da Barra implementou elevados gastos para incentivar o turismo no primeiro trimestre do ano, cujos resultados concretos ficaram longe dos propagandeados. Parceria público privado, subvenções, eventos, nada animou a economia. Vejamos a figura a seguir, com os dados de emprego no primeiro trimestre, segundo o Ministério do Trabalho.












O Município gerou 85 novas vagas de emprego no período de janeiro a março deste ano. Olhando os setores, podemos observar que somente as atividades de serviços geraram saldo positivo, ou seja, 328 vagas. Dentre as ocupações com maiores saldos estão o de coleta de lixo com 215 vagas, motorista de furgão com 34 vagas, varredor de rua com 22 vagas, ajudante de motorista com 21 vagas e alinhador de produção com 19 vagas. Vejam que as ocupações demandadas com maior número de vagas não tem nenhuma relação com turismo. As contratação tem relação com a administração pública e a motivação, exatamente a troca de governo. O comércio que estari…

Porto do Açu, Distrito Industrial, Desenvolvimento! Afinal, qual é a verdadeira situação do município sede?

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Sobre a reocupação das terras no entorno do porto do Açu, depois de oito anos do processo de desapropriação coordenado pelo Estado do Rio de Janeiro, a Prumo, gestora do porto do Açu, emitiu a seguinte nota:
“A Prumo em conjunto com o Estado do Rio de Janeiro, contribui para o desenvolvimento do Distrito Industrial de São João da Barra, promovendo a atração de empresas para gerar emprego e renda para a sociedade, bem como acelerando a economia local e o aumento na arrecadação de tributos em toda a região Norte Fluminense. Para que este desenvolvimento econômico aconteça, é importante que as áreas estejam livres de desembaraços para o uso industrial – que é vocação das áreas, de acordo com o Plano Diretor do município e o planejamento de desenvolvimento socioeconômico do Estado do Rio de Janeiro”.
Vejam como os discursos em torno do desenvolvimento para o município são fantasiosos. A figura, a seguir apresenta dados de emprego e renda no comércio e na indústria de transformação no municí…

Os reflexos do verão no emprego no comércio em São João da Barra

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São João da Barra é um Município produtor de petróleo e sede do porto do Açu. Os recursos gastos no planejamento, construção e operação do complexo portuário do Açu, no período de 2007 a 2016, somaram a bagatela de R$13 bilhões. Complementarmente, pelos menos R$350,0 milhões enchem os cofres do governo anualmente. Bem! Estamos falando de um Município muito rico, considerando que a sua população não passa de 35 mil habitantes. 
Essas observações ajudam a leitura do gráfico acima, que apresenta os saldos gerados de emprego no comércio no trimestre (janeiro-fevereiro-março) no período de 2007 a 2017. É importante ainda observar que estamos tratando de um período de férias escolares, verão, onde o Município "turístico" costuma gastar fortunas em shows e eventos diversos com a justificativa de aquecer o comércio.  
Meus amigos, ai está o resultado dessa discussão. Os saldos positivos de emprego nos anos de 2008 a 2011 e em 2014, foram pífios para as condições do Município. Pior ain…

Emprego formal em março na região Norte Fluminense

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A situação do emprego formal piorou na região Norte Fluminense. Foram eliminadas 1.815 vagas em março, contra 457 vagas eliminadas em fevereiro. Macaé eliminou 1.487 vagas de emprego, seguido por Campos dos Goytacazes que eliminou 321 vagas. O único município que gerou saldo positivo foi São João da Barra com 98 vagas criadas no mês. No primeiro trimestre do ano, somente Conceição de Macabu e São João da Barra geraram vagas de emprego na região. Macaé lidera a eliminação de emprego no trimestre com 2.034 vagas, seguido por Campos dos Goytacazes com 867 vagas eliminadas.  No total do trimestre foram eliminados 3.003 empregos na região. Setorialmente, a construção civil eliminou 620 vagas em Macaé, 358 vagas em Campos e 209 vagas em São João da Barra. O comércio eliminou 445 vagas em Campos, 437 vagas em Macaé e 9 vagas em São João da Barra. A indústria de transformação eliminou 80 vagas em Campos, 57 vagas em Macaé e 16 vagas em São João da Barra. Finalmente, o setor de serviços eliminou…

As aglomerações portuárias cumprem o que prometem?

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A propaganda em torno dos benefícios locais, provocados pela instalação de infraestrutura portuária pelo país é enganosa. Especialmente em relação ao porto do Açu no município de São João da Barra-RJ, movimento que acompanhei bem de perto, foi vendida a ideia de desenvolvimento econômico pelo empreendedor e pelos governantes. O discurso era de que o comércio local se transformaria em um grande fornecedor de bens e serviços das empresas recém-chegadas, impactando no aumento do emprego, renda e novos negócios. Esse ciclo virtuoso se materializaria em desenvolvimento econômico. Evidente que não passou de discurso.
Para comprovar tal afirmativa selecionamos três municípios impactados por projetos dessa natureza. São João da Barra-RJ (porto do Açu), Ipojuca-PE (porto de SUAPE) e Itaguaí (porto de Itaguaí).  Usamos a análise estatística de regressão múltipla, considerando o emprego como variável dependente e as variáveis emprego total, receitas correntes, investimento público, operações de …

DIVULGAÇÃO

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Está no ar a sétima edição da Revista de Extensão da UENF. Boa leitura! Click no link abaixo.
revext.uenf.br

Instituições fazem diferença!

Sobre o modelo estatal operado pela Noruega, precisamos conhecer alguns pontos. Um deles a ser destacado:  o baixíssimo nível de corrupção (entre os menores do mundo), tanto no serviço público quanto no privado, que está fortemente ligado à transparência quase irrestrita. Diferentemente de outros países, onde o sigilo fiscal é inviolável e um valor defendido de forma apaixonada, na Noruega a renda e os impostos pagos por qualquer cidadão está disponível a quem estiver interessado desde o ano de 1814 (época em que era unida com a Suécia), quando essas informações já podiam ser obtidas nas prefeituras. Hoje, com a internet, os habitantes da Noruega conseguem facilmente descobrir quanto ganham e os impostos que pagam cada um de seus compatriotas, o que simplifica enormemente o combate à sonegação fiscal e enriquecimento ilícito.
http://voyager1.net/economia/o-livre-mercado-e-chave-para-prosperidade-noruega-prova-que-nao/

A importância da terra para o desenvolvimento econômico

SINOP UMA CIDADE EM TRANSFORMAÇÃO - YouTube
Esta cidade tem 133 mil habitantes. Não tem petróleo e sim agronegócio.

PARA REFLETIR!

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A maldição dos recursos naturais é um problema real encontrado principalmente em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, fato este que está ligado a uma estrutura política fraca e muitas vezes corrupta. A ganância de governantes e gestores corruptos faz com que os rendimentos do petróleo, principalmente na forma de pagamento de royalties ou outras indenizações, sejam desviadas ilegalmente não atingindo a quem deveria e principalmente, não gerando nenhum tipo de benefício para a sociedade (ENNS e BERSAGLIO 2015).

Os negócios com a carne brasileira no exterior não foram afetados pela operação carne fraca em março

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A operação carne fraca gerou desconfiança no exterior entre os parceiros comerciais do país, porém não afetou a exportação em março. O volume embarcado em tonelada da carne suína in natura, cresceu 24,3% em março com relação a fevereiro e caiu 3,4% em relação a março de 2016. O preço por tonelada exportada em março foi maior 8,5% em relação a fevereiro e maior 44,3% em relação a março do ano passado. Já o volume em tonelada da carne bovina in natura cresceu 23,8% em março com relação a fevereiro e caiu 11,3% em relação a março do ano passado. O preço negociado em tonelada em março foi menor 0,06% em relação a fevereiro, porém maior 10,6% em relação a março de 2016. A carne de frango in natura apresentou um crescimento de 14,1% no volume embarcado em tonelada em março, com relação a fevereiro, e uma queda de 6,8% em relação a março do ano passado. O preço negociado em março foi menor 0,3% em em relação a fevereiro e maior 20,0% em relação a março do ano anterior. Agora é esperar para ver …

Resultado da Balança Comercail do Brasil em março

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O Brasil apresentou um saldo superavitário de US$7.145 milhões em março, correspondente a US$20.085 milhões de exportação e US$12.940 milhões de importação. No acumulado do trimestre, o saldo superavitário bateu US$14.424 milhões, resultado de US$50.466 milhões de exportação e US$46.042 milhões de importação.  Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, as exportações cresceram 24,4% no trimestre deste ano, enquanto as importações cresceram 12,0% no mesmo período.  O comércio exterior é um dos indicadores positivos que vem animando a economia do país. A expectativa de excelente safra de grãos nesse ano promete aquecer ainda mais as relações comerciais com o exterior.

Exportação de petróleo bruto em março

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A exportação de petróleo em tonelada apresentou queda de 35,7% em março, com base no mês anterior. A receita em dólar também apresentou uma queda da ordem de 36,7% no mesmo período. Na comparação com março de 2016, o volume embarcado em tonelada cresceu 32,4%, enquanto a receita em dólar cresceu 157,0% no mesmo período. A receita aumentada se deu em função da boa recuperação do preço do petróleo em março deste ano. O valor bateu US$327,6 a tonelada embarcada para o exterior, representando um crescimento de 94,2% em relação a março do ano passado.

Exportação de Minério de Ferro em março

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O volume em tonelada de minério de ferro exportado em março cresceu 41,4% em relação a fevereiro, enquanto a receita em dólar cresceu 58,3% no mesmo período.  Na comparação com março de 2016, o crescimento do volume embarcado cresceu 20,0% e a receita cresceu 199,7% em decorrência da substancial recuperação do preço de exportação no período. O gráfico mostra a evolução do preço do minério para o mês de março, no período de 2012 a 2017.
Conforme podemos observar, depois que o preço de exportação da commoditie chegou a US$25,6 a tonelada em março de 2016, foi verificado um importante avanço para US$63,9 a tonelada em março de 2017, representando um crescimento de 149,6% em um ano.

Exportação de Açúcar em Bruto em março

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A exportação de açúcar bruto em março apresentou uma queda 25,8% no volume embarcado em toneladas e uma queda de 21,0% na receita em dólar.  Na comparação com março de 2016, a queda no volume embarcado atingiu 30,5% em março desse ano, enquanto a queda na receita atingiu 5,1% no mesmo período. O preço por tonelada avançou 6,4% em março, com base em fevereiro deste ano. O gráfico a seguir mostra a trajetória do preço para o mês de março ao longo do período 2012 a 2017. 
Conforme podemos observar, depois de uma trajetória de queda no período de 2012 a 2016, considerando o mês de março, a recuperação começa a ocorrer em 2017.

A trajetória do porto do Açu e seus reflexos

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Segundo dados da Prumo Logística Global, a movimentação de navios nos terminais do Porto do Açu, em São João da Barra, vem sendo ampliada substancialmente. 
Em 2014, ano que marcou o início do processo de operação do porto, três navios movimentaram 240 mil toneladas de minério de ferro em direção ao exterior. Em 2015, a movimentação contabilizou 195 embarcações, em 2016 foram 966 embarcações e, só no primeiro trimestre de 2017, foi contabilizado uma movimentação de 129 embarcações, entre graneleiros, petroleiros, cargueiros e outras de apoio offshore ao setor petrolífero.
Já na ótica financeira, durante a fase de construção do porto foi movimentado um volume de investimento da ordem de 7,6 bilhões, enquanto na fase de operação foi movimentado um investimento de R$5,4 bilhões, consolidando um total de R$13,0 bilhões de 2007 a 2016.
Nesse contexto de sucesso do empreendimento privado, hoje podemos dizer que a sua instalação gerou externalidades negativas profundas. A desnecessária e pertur…

Produção Industrial no Estado do Rio de Janeiro

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A produção física industrial geral do estado do Rio de Janeiro cresceu 4,6% em janeiro de 2017, com base no mesmo mês do anterior, enquanto o crescimento no país foi de 1,4% no mesmo período, segundo o IBGE. O crescimento industrial no Rio de Janeiro foi puxado pela indústria de metalurgia que cresceu 31,3%, seguido pela indústria extrativa com crescimento de 13% e pela indústria de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos com crescimento de 9,4%.
O destaque negativo ficou por conta da indústria de impressão e reprodução de gravações com queda de 73,7% e da fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores que apresentou uma queda de 40,5% no mesmo período analisado.

No Brasil, o destaque positivo ficou por conta da indústria de fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos com crescimento de 18% e o destaque negativo ficou por conta da fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis …

Em busca dos benefícios de grandes projetos nos municípios sede: o caso de São João da Barra

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Um indicador importante para medir a absorção interna das externalidades positivas dos grandes projetos, poderia ser o número de empresas constituídas no período equivalente. Na busca de um melhor entendimento sobre o caso de São João da Barra, sede do porto do Açu e produtor de petróleo, levantamos o número de constituição de empresas no período entre 2006 a 2016. Para auxiliar a análise, comparamos a mesma movimentação com São Francisco de Itabapoana e Santo Antonio de Pádua. Os dois municípios não receberam grandes investimentos no padrão de São João da Barra e não são produtores de petróleo.   Como podemos observar na imagem acima, São João da Barra superou São Francisco na constituição de empresas no período entre 2010 a 2015, porém as diferenças foram pequenas, considerando a movimentação de riqueza em cada município.  Nos outros anos, praticamente não existiram diferenças. Já na comparação com Santo Antônio de Pádua, é nítida a sua superioridade em relação a São João da Barra, fa…

O fator intangível na geração de riqueza das nações

Século XXI e ainda insistimos em enxergar o desenvolvimento unicamente pelo aspecto material. Reflita sobre o parágrafo a seguir:
A presente situação das nações é o resultado da acumulação de todas as descobertas, invenções, melhorias, aperfeiçoamento e esforços de todas as gerações que viveram antes de nós: elas formam o capital intelectual da presente raça humana, e toda nação específica só será produtiva na medida em que souber como apropriar-se destas conquistas de gerações anteriores e aumentá-las por meio de suas próprias aptidões (FRIEDRICH LIST, 1841, p. 183).

As microrregiões geradoras de emprego no estado do Rio de Janeiro em 2017

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O estado do Rio de Janeiro eliminou 34.644 empregos no primeiro bimestre do ano. A microrregião Rio de Janeiro eliminou 28.676 empregos, ou o equivalente a 83% do total. Quatro microrregiões apresentaram saldos positivos. A microrregião Nova Friburgo com a criação de 207 vagas, a microrregião Itaperuna com a criação de 182 vagas, a microrregião Ilha Grande com a criação de 20 vagas e a microrregião Serrana com a criação de 4 vagas. 

Estados que geraram emprego em fevereiro

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Vejam os estados geradores de emprego formal em fevereiro de 2017. São Paulo liderou com a geração de 21.093 novas vagas de emprego formal, ou seja, 51,62% do total de vagas geradas no país.

Emprego formal na região Norte Fluminense em feveriro

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A região Norte Fluminense continuou eliminando vagas de emprego formal em fevereiro, porém em um volume menor. Foram eliminadas 457 vagas de emprego em fevereiro contra 731 vagas em janeiro desse ano. Campos e Macaé lideram o resultado negativo, só que em janeiro a liderança ficou com Campos, enquanto em fevereiro a liderança ficou com Macaé. No acumulado de janeiro a fevereiro, Macaé eliminou 547 vagas, sendo 479 vagas na construção civil, 291 vagas no comércio e 263 vagas na industria extrativa mineral. Já o setor de serviços criou 350 vagas, a indústria de transformação criou 132 vagas e o setor agropecuário criou 8 vagas no acumulado do ano.   Campos dos Goytacazes eliminou 286 vagas no comércio, 223 vagas na construção civil, 60 vagas na indústria de transformação e 15 vagas na indústria extrativa mineral. Saldos positivos de criação de empregos ficaram por conta do setor agropecuário com 21 novas vagas e no setor de serviços com 2 vagas criadas no período. A região tem um saldo neg…

A crise política no país é um grande gargalo da reativação econômica

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Vivemos uma crise politica sem precedentes no Brasil. Além do robusto processo de corrupção conduzido pela Operação Lava Jato, a classe politica não se intimida. Parece que esses indivíduos sofrem de déficit de inteligência ou realmente não acreditam na justiça e julgam que a população não tem capacidade de perceber as suas ações espúrias. Alguns exemplos confirmam essa tese. 
* No alto comando politico da Nação, o caixa 2 pode não ser crime.
* No estado o Rio de Janeiro, cria-se uma nova secretaria, em meio a uma turbulenta crise financeira, com o objetivo de proteger uma ex deputada e ex prefeita, com problemas na justiça. Felizmente a nomeação foi anulada por determinação justiça. 
* No executivo do Rio de Janeiro, o prefeito, além de nomear o próprio filho - inteligencia brilhante - nomeou ainda outros indivíduos desconhecidos profissionalmente, mas bem conhecidos da justiça, por práticas criminosas. 
* No interior, observa-se a alarmante prepotência do poder. Os eleitos sabem tudo, n…

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Departamento História<chtuffcht@gmail.com>12:07 (Há 2 horas) para Cco:mim Caras e Prezados Colegas, bom dia. Venho convidá-los para a Abertura do Primeiro Semestre Letivo de 2017 do Departamento de História de Campos da Universidade Federal Fluminense – CHT/UFF – cuja primeira atividade será a Palestra e o Lançamento do mais recente livro do Prof. Dr. Aristides Arthur Soffiati Netto no dia 22/03/2017, quarta-feira, das 19h:30min às 22h, no auditório do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional (ESR) da UFF (ver endereço abaixo). O título da palestra é o mesmo do livro a ser lançado: Uma Outra História: Ensaios de Eco-História. Endereço: Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional – ESR – Rua José do Patrocínio, 59/71 – Centro – Campos dos Goytacazes (RJ) – CEP 28010-385. Favor Divulgar. Atenciosamente, Prof. Dr. Luiz Claudio Duarte

Royalties de petróleo na região Norte Fluminense em Fevereiro de 2017

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A receita de royalties de petróleo na região Norte Fluminense cresceu 30,13% em fevereiro, com base em janeiro. Macaé cresceu 33,20%, Quissamã cresceu 32,24%, Carapebus cresceu 28,90%, Campos dos Goytacazes cresceu 28,35% e São João da Barra cresceu 21,70%. Na comparação com fevereiro do ano passado, o crescimento da receita foi de 41,69%. Campos cresceu 32,63%, Carapebus cresceu 44,82%, Macaé cresceu 53,71%, Quissamã cresceu 39,97% e São João da Barra cresceu 27,83%. Apesar do crescimento nominal da receita na região, a participação do total dos municípios do estado do Rio de Janeiro em relação aos municípios do pais, caiu de 53,69% em fevereiro de 2016 para 52,06% em fevereiro deste ano. É o quadro de envelhecimento da Bacia de Campos.

O que a sociedade regional espera dos políticos!

Quando um novo governo toma posse, a sociedade espera a exposição de planos detalhados de como serão solucionados os problemas existentes e quais as estratégias que serão implementadas para que o município avance nos seus diversos aspectos (social, econômico, cultural, ambiental, politico, etc.). Não é o que está acontecendo! Os governantes estão gastando muito tempo fazendo exposições dos problemas encontrados, sem dizer como os mesmos serão resolvidos. A população está cansada de saber dos problemas, pois sofre na pele. Precisamos botar as "mãos na massa" para a construção uma nova realidade. Continuo na torcida!.

O emprego Formal na Região Norte Fluminense em janeiro de 2017

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A região Norte Fluminense eliminou 731 empregos formais em janeiro. Apesar de continuar com saldo negativo, esse resultado é menos pior do que o resultado de dezembro que contabilizou a eliminação de 2.167 vagas de emprego. Na comparação com janeiro e 2016, onde foram eliminadas 1.905 vagas, o resultado atual também é menos pior. Observando a movimentação setorial, vimos que o setor de comércio se destacou negativamente. O setor eliminou 173 vagas em Campos dos Goytacazes, eliminou 176 vagas em Macaé e eliminou 3 vagas em São João da Barra.  A construção civil eliminou 84 vagas em Campos dos Goytacazes, eliminou 161 vagas em Macaé e eliminou 70 vagas em São João da Barra. O setor extrativa mineral eliminou 15 vagas em Campos, eliminou 180 vagas em Macaé e eliminou 4 vagas em São João da Barra. A indústria de Transformação reduziu a sua pressão negativa, eliminando 21 vagas em Campos e 1 vaga em São João da Barra. O setor de serviços eliminou 88 vagas em Campos, mas criou 283 vagas em Macaé…