sábado, 28 de fevereiro de 2015

Emprego Formal em declínio no primeiro mês de 2015 na região Norte Fluminense

Mais um indicador negativo para o país, estado e região Norte Fluminense. Em janeiro deste ano, o país eliminou nada menos que 81,7 mil vagas de trabalho, enquanto o estado do Rio eliminou 40,6 mil vagas e a região Norte Fluminense eliminou 2,4 mil vagas.
Destas, Macaé liderou com a eliminação de 1.288 vagas, seguido por Campos dos Goytacazes com 874 vagas eliminadas e São João da Barra com 247 vagas eliminadas. Em Campos, Macaé e São João da Barra, todos os setores geraram saldo negativo de emprego. O comércio e o setor de serviços foram os mais afetados. Em janeiro de 2014 o resultado também foi negativo, com a eliminação de 999 empregos. Conforme podemos observar, a situação piorou muito em janeiro deste ano.

A crítica de Levy a desoneração da folha das empresas

Tarde para a constatação!

http://www.valor.com.br/brasil/3931298/desoneracao-da-folha-nao-deu-resultado-esperado-diz-levy

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Camara aprova pacote de bondades para deputados com impacto anual de 150,3 milhões

http://oglobo.globo.com/brasil/camara-aprova-pacote-de-bondades-para-deputados-com-impacto-anual-de-1503-milhoes-15437559

Enquanto o pacote de maldade do Governo Federal afeta, fortemente, a população, a Câmara de Deputados se protege com um robusto pacote de bondade. É mole?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Para Levy, não há nada de problemático na economia brasileira



FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, RICARDO LEOPOLDO - O ESTADO DE S. PAULO
23 Fevereiro 2015 | 11h 41

Em palestra a economistas e empresários, o ministro da Fazenda disse que o ajuste fiscal vai exigir 'certa imaginação' e 'esforço', mas que o pacote está dentro da capacidade do País


Dida Sampaio/Estadão
Para conseguir aprovar as medidas que deseja, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy precisa do apoio do setor privado e do Congresso.

SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, voltou a dizer em São Paulo que é muito importante a estratégia de se rever alguns benefícios fiscais. Segundo ele, o custo de R$ 100 bilhões de benefícios fiscais por ano é muito dinheiro. "O ajuste que vamos fazer agora está absolutamente dentro da nossa capacidade", disse o ministro, em evento em São Paulo. De acordo com o ministro, "temos condições de fazer uma reengenharia da nossa economia sem dificuldades". Ainda segundo ele, o ajuste vai exigir "certa imaginação" e "esforço", mas ele salientou que não há nada de problemático na economia.
Para o ministro, o seguro-desemprego, por exemplo, visa o inesperado e não é para garantir um sistema de suporte. "Mudanças foram feitas para tornar estes instrumentos mais focados e mais fortes", disse. O ministro participa de uma palestra para 375 economistas e empresários membros da Câmara de Comércio França-Brasil. 
Para conseguir aprovar as medidas, porém, o ministro disse que o apoio do setor privado e do Congresso é essencial. Levy disse que o governo está procurando atacar as "questões cruciais" da economia brasileira. "É uma agenda suprapartidária", disse, acrescentando que o desafio que o governo tem agora é para inovar. De acordo com o ministro, quando há um desafio, é hora para aplicar toda a energia para dar a volta por cima. 
O ministro reiterou que o desequilíbrio fiscal de 2014 têm sido corrigido. De acordo com ele, o déficit fiscal de 7% do PIB não é muito sustentável. Ele emendou que 2% do PIB de primário é um nível aceitável. "Nossa dívida bruta reflete a aquisição de ativos como as reservas internacionais", disse o ministro, citando as reservas como exemplo dos ativos. 
PIS e Cofins. Levy voltou a falar hoje que o governo está com intenção de fazer ajustes no PIS e no Cofins. "Estamos estudando instituir o chamado crédito financiamento do PIS/Cofins", disse, em evento em São Paulo da Câmara de Comércio França-Brasil. Segundo ele, há uma pauta do ICMS que o Senado pode avaliar e que está no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). "Seria uma reforma que valeria a partir de 2016, extremamente ambiciosa", disse. 
De acordo com o ministro, o Confaz pode avaliar o cronograma de redução da alíquota de origem do ICMS. Essa reavaliação, de acordo com ele, teria um impacto tremendo nas decisões de investimento. "A revisão via requerer uma ação sem riscos fiscais e sem queda de receita", explicou. 

O discurso dos governantes é um desastre. O que eles realmente pensam? Vejam os indicadores a seguir:


Em 2007, antes da crise internacional, o país tinha um saldo de US$ 40,0 bilhões na Balança Comercial, que despencou para US$ -3,9 bilhões em 2014.
O resultado fiscal do governo (resultado primário) que era de 2,77% do PIB em 2007, ficou negativo em -0,34% do PIB em 2014.
Em 2007 o país gerou um saldo de 1,6 milhões de emprego e em 2014 o saldo foi de 152,7 mil empregos. 
Finalmente, a inflação que era de 4,46% em 2007, ficou em em 6,41% em 2014.
Como visto, o quadro é bastante diferente, ou não?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Rendas de Petróleo e Investimento nos principais municípios da Bacia de Campos

Os principais municípios produtores de petróleo da bacia de Campos (Campos dos Goytacazes, Macaé, Cabo Frio, Rio das Ostras e São João da Barra), receberam de Royalties e Participações Especiais o equivalente a R$ 25,2 bilhões nos últimos quatorze anos. Conforme o gráfico acima, a parcela relativa a essas receitas destinada a investimento é pequena, o que indica o uso exagerado das mesmas receitas em custeio, ou seja, aumento da máquina pública. 
Na comparação entre os municípios indicados, Rio das Ostras apresentou o melhor resultado com o uso proporcional de 57,23% das receitas em investimento, seguido por Cabo Frio com a utilização de 31,05%. Os dois municípios colocam a região da Baixada Litorânea em uma posição melhor do que a região Norte Fluminense. Por essa região, Campos dos Goytacazes apresentou um percentual de 25,26% em investimento, seguido por Macaé com 24,45% e, na pior posição, o municípios de São João da Barra com a alocação de 10,58% das receitas de royalties e Participações especiais em investimento. Conforme podemos verificar, a princípio, a queda das receitas de royalties e participações especiais, proveniente da desvalorização do preço do barril de petróleo, pode não afetar profundamente aqueles municípios que não terão que interromper investimento. Ou seja, parte substancial dos recursos são alocados em custeio. Nesses casos, os ajustes deverão ser realizados na mesma ótica do custeio e sem grandes prejuízos para a sociedade, já que a estratégia é diminuir o tamanho da máquina pública. A queda de receita nesses municípios não afetará a educação, a saúde e a infra estrutura de saneamento, que não tem o que piorar.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Receita de royalties cairá cerca de 40% em fevereiro

Jornal O Dia

Créditos a serem liberados na próxima semana vão ser menores do que em janeiro

AURÉLIO GIMENEZ
Rio - Os valores dos créditos em royalties de petróleo — parcela de fevereiro, referente a competência de dezembro de 2014 — que serão liberados na próxima semana para municípios produtores vão ficar entre 35% e 40% menores em relação ao que foi depositado em janeiro. A estimativa pessimista foi apontada por três especialistas ouvidos pelo DIA. Eles afirmam que a queda — por conta da cotação baixa do barril de petróleo no mercado internacional — deve perdurar por até o fim do ano.
Em agosto do ano passado, o valor do barril de petróleo chegou a ser comercializado a US$ 115. Já em dezembro, atingiu apenas US$ 45, afetando o repasse dos royalties
Foto:  Divulgação
Na semana retrasada, o secretário-executivo da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Marcelo Neves, divulgou planilha com as perdas em participações especiais (PE) de até 60,83%, situação de Casimiro de Abreu. Na média, a queda de PE foi de 26% entre as dez principais cidades produtoras do estado. Agora, ele acredita que o impacto negativo será ainda maior.
“Temos feitos cálculos que compreendem o período de 12 meses. Pelo estudo preliminar, acredito que haverá perda em royalties entre fevereiro de 2014 e agora em torno de 40%”, prevê Neves, que também é secretário de Petróleo de Campos.
Já na distribuição de créditos de um mês para o outro — entre janeiro deste ano e dezembro de 2014 — a baixa chegou a 20,68%, também em Casimiro de Abreu. A perda média de royalties foi de 17% entre os municípios (ver quadro abaixo). Já a perda do Estado do Rio, somente no último mês, foi de 15,81% ou em números absolutos, de R$ 40.319,319,77.
Créditos em royalties
Foto:  Arte: O Dia
No começo do ano, o governo estadual também adiantou que as perdas em 2015 devem atingir a cifra de R$2,2 bilhões. Essa projeção leva em conta preço do barril do petróleo brent a US$65 e um câmbio a R$2,65. Incluindo a queda nas receitas dos cofres municipais, o prejuízo pode dobrar.
De acordo com Marcelo Neves, boa parte da redução na distribuição dos créditos de royalties e participações especiais tem ocorrido por conta da queda dos preços internacionais do barril de petróleo. Segundo ele, em agosto de 2014, o valor chegou a US$ 115, já em dezembro atingiu US$ 45. A previsão para 2015 é que gire em torno de US$ 60. E no ano seguinte pode chegar a US$80.
“Voltar ao patamar dos US$ 100 vai ser muito difícil. A produção em todo o mundo está alta e há competição entre os produtores árabes e os Estados Unidos. Quem perde são os países emergentes”, destaca Neves, afirmando que os municípios terão que conviver com a arrecadação menor. “Foram feitos cortes no custeio, renegociação de contratos para ajustar as contas”, acrescenta.
Menor produtividade de campos maduros
Além do baixo do preço do barril de petróleo, o economista Ranulfo Vidigal faz outro alerta para a queda na arrecadação dos royalties no Rio de Janeiro: a saturação dos campos maduros da Bacia de Campos. “Está havendo uma queda da produtividade dos campos mais velhos, como o de Marlim Leste, que não vai mais produzir”, afirma.
Segundo ele, há uma variação nos valores em queda para cada município. Rio das Ostras e Casimiro de Abreu podem ter perdas de até 60%. Já São João da Barra, por exemplo, confrontante com o campo de Roncador, a queda na arrecadação é menor, entre 20% a 30%.
Professor da Universidade Norte Fluminense e especialista em petróleo, Alcimar Ribeiro diz que a queda de 40%, em média, nos créditos de royalties e participações especiais não afeta tanto os municípios, pois os gastos com a arrecadação maior nos tempos áureos eram em custeio da máquina pública e não em investimentos.
“Os municípios terão que se adaptar e diminuir o custeio, principalmente com pessoal”, diz.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Forte retração das receitas de Participação Especial na Rota do Petróleo

Os principais municípios produtores de petróleo da Bacia de Campos, registraram uma receita de participação especial, em fevereiro, correspondente ao 4º trimestre de 2014, em torno de R$170,0 milhões. Esse valor é equivalente a 52,59% do valor total das participações especiais distribuído para a totalidade dos municípios do país. 
Entretanto, conforme mostrado na tabela acima, observa-se uma forte queda de arrecadação proveniente do último trimestre de 2014, quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. Para a União Estados e municípios, de forma consolidada, a queda se situou em torno de 26%, já para os principais municípios da Bacia de Campos, a queda foi muito mais acentuada. Cabo Frio contabilizou uma perda de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior, Campos recuou 43%, Macaé recuou 40%, Rio das Ostras recuou 51% e São João da Barra contabilizou uma valor menor 28% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. 
A transferência de royalties no mês de janeiro deste ano, já indicava esse novo quadro de retração dos royalties e participações especiais, provocada pela forte queda no preço internacional do barril de petróleo. Agora esses municípios precisam se ajustar a nova situação, que poderá se alongar!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Economia encolhe 0,15% em 2014 e flerta com recessão, mostra BC

folha de são paulo

POR DINHEIRO PÚBLICO & CIA

12/02/15  08:35
A economia brasileira encolheu em 2014 e iniciou este ano mais próxima de uma recessão, mostram dados do Banco Central.
Divulgado nesta quinta-feira (12), o índice de atividade do BC aponta uma queda de 0,15% no ano passado, no pior desempenho desde 2009. Em outras palavras, o Brasil ficou mais pobre.
DFMn4
Os números definitivos sobre a variação da renda e da produção nacional -ou seja, do PIB (Produto Interno Bruto)- só serão divulgados no próximo mês pelo IBGE. Mas os cálculos do BC já antecipam tendências negativas.
Com o pessimismo disseminado entre consumidores e empresários, a atividade conjunta de indústria, comércio, serviços e agropecuária caiu 0,55% em dezembro e 0,15% no último trimestre do ano passado, na comparação com os períodos imediatamente anteriores.
Isso significa que o primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff começa com a herança de uma economia já em trajetória de declínio.
PTlkQ (1)
A retração tende a se agravar com as medidas adotadas para combater a inflação e o rombo nas contas do governo, acumulados no primeiro mandato.
Já estão em curso alta dos juros, aumento de impostos, cortes em programas sociais e outros gastos públicos.
Para piorar o cenário, há a ameaça de racionamento de água e energia elétrica, em particular na região mais rica do país.
Entre analistas de mercado, já são comuns projeções de encolhimento do PIB por dois trimestres consecutivos neste início de ano, o que caracterizaria um sintoma tradicionalmente adotado de recessão.
O diagnóstico será mais claro se confirmadas as previsões gerais de aumento das taxas de desemprego.
Recessões são processos prolongados de contração da economia em que, temerosas com o futuro, as famílias passam a consumir menos e as empresas cortam investimentos e contratações. Como resultado, todos empobrecem.
O PIB brasileiro encolheu nos dois primeiros trimestres do ano passado, mas, como as taxas não chegaram a ser expressivas e o mercado de trabalho manteve números favoráveis, a recessão não ficou inteiramente caracterizada.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Royalties de janeiro de 2015 na região Norte Fluminense

A arrecadação de royalties de petróleo no primeiro mês de 2015, já sinalizou a perspectiva de queda em função da derrubada do preço do barril de petróleo no mercado internacional. São apresentados no gráfico a seguir, para os municípios produtores da região Norte Fluminense, as taxas correspondentes a queda de arrecadação em janeiro de 2015, com relação a dezembro de 2014.
Campos dos Goytacazes perdeu 15,3%; Carapebus perdeu 16,24%; Macaé perdeu 13,1%; Quissamã perdeu 20,68% e São João da Barra perdeu 19,3%. 
Na comparação com janeiro de 2014, Campos perdeu 24,5%; Carapebus perdeu 21,4%; Macaé perdeu 17,5% e São João da Barra perdeu 18,2%.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Uma boa lição de aprendizagem para as regiões!

Sinais positivas oriundos da crise econômica brasileira. Depois de negar mudanças na orientação econômica em que a prioridade era a manutenção dos gastos sociais, o governo foi ao mercado buscar um profissional com uma visão totalmente contrária a que defendia. As decisões do novo ministro da fazenda tem deixado de "cabelo em pé" a presidente que, naturalmente, tem que engolir. Agora vai ocorrer o mesmo com a Petrobrás. Depois de negar veementemente a saída da presidente Graça Foster da organização, a presidente vai ao mercado buscar um profissional de perfil técnico que tenha a competência e a credibilidade para sanar a empresa. Esses exemplos precisam ser seguidos pelo interior do país, especialmente, na nossa região. A prática de prefeitos se reunirem a todo momento para discutir os graves problemas técnicos que assolam a economia regional, me parece perda de tempo. A solução desses problemas exigem discussões estritamente técnicas. Devemos aprender essa lição!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Comércio Exterior com Açúcar e Minério de Ferro

Os negócios com a commodity Açúcar em Bruto em janeiro somaram US$614,7 milhões, equivalente a 1.747,9 (1.000 toneladas) a um preço médio de US$351,7 (US$/Ton). Comparativamente a janeiro de 2014, ocorreu uma queda de 12,8% na receita, uma queda de 3,1% no volume embarcado e uma queda de 10,0% no preço.

No caso da commodity Minério de Ferro, as exportações no mês somaram US$1.196,7 milhões, equivalente a 23.302,2 (1.000 toneladas) a um preço de US$51,4 (US$/Ton).
Comparativamente a janeiro de 2014, ocorreu uma queda de 51,8% na receita, uma queda de 5,7% no volume embarcado e uma queda de 48,9% no preço. 

Exportações por blocos econômicos em janeiro de 2015

As exportações brasileiras, por blocos econômicos no primeiro mês de 2015, apresentaram uma retração de 14,5% em relação a janeiro de 2014. A maior desaceleração relativa ocorreu com a Europa Oriental, ou seja, -35,68%, seguido pela América Latina -21,64% e Oriente Médio -20,20%. Avanço só ocorreu no comércio com a África em 6,82% no período avaliado. Outro dado que chama a atenção é o não aproveitamento da recuperação americana pelo Brasil. As exportações desaceleraram 7,41% em janeiro de 2015 com relação a janeiro de 2014.
O gráfico apresenta a participação dos blocos econômicos nas exportações do Brasil. A Ásia mantém a liderança com 28,6% porém é importante observar que esta participação é menor do que a participação de 29,2% de janeiro de 2014. A seguir, a América Latina com uma participação de 19,2% também inferior a participação de 21,7% em janeiro do ano passado. A União Européia teve uma participação de 19,7% e os Estados Unidos uma participação de 13,3%. Os outros blocos participaram com percentuais menores. 

Fechamento do comércio exterior em janeiro de 2015

O fechamento do comércio exterior do mês de janeiro entre Brasil e o resto do mundo, manteve as expectativas não tão favoráveis em relação ao ano de 2015.  As exportações somaram US$13.704 milhões, valor inferior 14,5% em relação ao valor de janeiro de 2014. Já as importações somaram US$16.878 milhões, valor inferior 16,0% em relação ao valor de janeiro de 2014. O saldo foi deficitário no primeiro mês do ano de 2015 em US$3.174 milhões.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015