Quando a memória é curta, o bolso paga!

A presidente da república aposta na memória curta e no baixo nível de informação dos muitos brasileiros que a elegeram. No seu discurso de posse, assume o desequilíbrio fiscal e promete que vai provar que é possível equilibrar as contas públicas sem mexer dos direitos adquiridos pelo povo. Na terça-feira passada o governo federal enviou ao congresso uma medida provisória com uma série de ajustes apertando as regras para concessão de benefícios do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e da Previdência Social. Ou seja: cortando parte dos benefícios do PIS recebido pelo trabalhador, do seguro desemprego, do defeso para o pescador, do auxílio doença e do auxílio pensão. A economia para o governo será de R$18 bilhões em 2015. É mole?

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