O retrato da agricultura temporária e permanente da região Norte Fluminense

A área colhida nas atividades temporária e permanente da agricultura, na região Norte Fluminense, somou 109.028 hectares em 2013. Comparativamente ao ano de 2012, foi verificado uma queda de 5,35%. A queda da área colhida na atividade temporária foi de -5,1%, puxada por São João da Barra com retração de -81,4% (basicamente cana-de-açúcar); Cardoso Moreira com -31,1% (cana-de-açúcar); São Fidélis com -28,6% (cana de açúcar, feijão arroz e mandioca) e Macaé com -27,2% (milho, feijão e arroz).
A queda da área colhida na lavoura permanente foi de 10,5%, puxada por São Fidélis com retração de -44,1% (banana e manga); Campos dos Goytacazes com -35,0% (banana, coco-da baia e café) e São Francisco de Itabapoana com -20,4% (coco-da-baia e laranja).
Exemplos positivos de avanço na área colhida de lavoura temporária são creditados a São Francisco de Itabapoana, com crescimento de 15,8%, puxado pelo cultivo de cana-de-açúcar e Conceição de Macabu, com crescimento da área colhida de 7%, puxado pela cana-de-açúcar e mandioca. Já no lavoura permanente, Carapebus cresceu 137,9%, puxado pelo cultivo de laranja e Cardoso Moreira cresceu 92,8%, puxado pelo cultivo de banana e uva.
O gráfico apresenta a participação % dos municípios no total das lavouras temporária e permanente da agricultura da região Norte Fluminense. os municípios de maior expressão são: Campos dos Goytacazes que responde por 51%, São Francisco de Itabapoana com 28% e Quissamã com 14%. 
Os dados são do IBGE
http://www.ibge.gov.br/home/

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