quinta-feira, 31 de julho de 2014

O emprego formal no comércio da região Norte Fluminense em 2014

O emprego formal no setor de comércio, na região Norte Fluminense, tem sido sofrível em 2014. O gráfico apresenta a evolução do saldo gerado nos meses desse ano. Em Campos dos Goytacazes, mesmo considerando o início da safra de cana de açúcar em maio, foi verificado a eliminação de emprego no comércio, neste semestre. O saldo foi negativo em 311 vagas, ou seja, as demissões superaram as admissões neste período. 
Em Macaé não foi diferente. Apesar dos substanciais investimentos na atividade petrolífera, o saldo de emprego no comércio foi negativo, com a eliminação de 166 vagas no mesmo período.  
O município de São João da Barra apresentou um resultado positivo. Foram criadas 12 vagas de emprego no comércio em 2014. Apesar do resultado positivo, podemos afirmar que é insignificante, tendo em vista os investimentos no Porto do Açu.
Conforme podemos observar, os grandes investimentos públicos e privados na região não geram emprego no comércio. Esse é um problema que precisa ser melhor avaliado! 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O Grupo EBX ainda vive!



Eike Batista será homenageado pela representação regional da Firjan com a medalha "Construtor do Desenvolvimento Regional", pela implantação do Complexo Portuário do Açu. Essa notícia me levou, imediatamente, a pensar sobre a cultura de desvalorização local que está latente por essas bandas. Por que temos valorizar sempre o que vem de fora? Aliás, de que desenvolvimento regional estão falando?

Divulgação

O segundo seminário de Extensão Universitária na UENF terá inicio no CCH, no dia 5 de agosto de 2014. Nas semanas seguintes a organização do mesmo seminário ficará a cargo dos outros centros (CCTA, CBB, CCT e Pró-Reitoria de Extensão).

terça-feira, 29 de julho de 2014

Tecnologia e desigualdade!

A discussão envolvendo tecnologia e desigualdade reacende a partir do livro do economista francês Thomas Piketty. Veja o artigo de Ronaldo Lemos no jornal a Folha de São Paulo.
Um questionamento que faço a esse respeito é de que existe a propensão a padronização dos processos produtivos, do trabalhador e do indivíduo, propriamente dito. Penso que mesmo com o avanço tecnológico, existem espaços para habilidades específicas diferenciadas, assim como, modelos diversos de produção, artes e culturas, próprias da história de cada país, cada região e cada local. Qualquer coisa pode potencializar o seu valor de troca, quando pensada estrategicamente e com a inserção do conhecimento disponível. Nesse caso, vantagens comparativas podem ser transformadas em vantagens competitivas, inserindo socialmente grupos de pessoas consideradas excluídas no padrão tecnológico reconhecido pela sociedade. Precisamos acreditar no processo endógeno de desenvolvimento!  

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2014/07/1492515-tecnologia-leva-a-desigualdade.shtml

sexta-feira, 25 de julho de 2014

CONTRADIÇÃO



Mudanças na regulação dos depósitos compulsórios irrigam a economia com mais dinheiro para crédito. Os bancos ficam satisfeitos, porém o mercado encara como contraditórias as  medidas. Resgatando a nossa discussão anterior, está confirmada a nossa crítica, ou seja, as arrumações de curto prazo serão priorizadas neste ano eleitoral, em detrimento das necessárias intervenções de ordem estrutural.    


25/07/2014 às 08h58 
BC faz ajuste nas regras dos recolhimentos compulsórios
Por Mônica Izaguirre e Daniela Machado | 

BRASÍLIA E SÃO PAULO  -  O Banco Central (BC) anunciou ajustes nas  regras dos recolhimentos compulsórios, com impacto estimado de R$ 30 bilhões, argumentando que esses depósitos subiram significativamente nos últimos anos e que houve moderação no crédito recentemente. Além disso, a autoridade destacou que a inadimplência está em patamares baixos e o nível de risco no sistema financeiro diminuiu, o que permitiu as mudanças.
Em nota divulgada agora pela manhã, a instituição informou ainda que adotou as medidas com vistas a melhorar a distribuição da liquidez na economia. Foram alteradas normas relativas aos recolhimentos compulsórios sobre recursos a prazo e à vista. 
Foi permitido que até 50% do recolhimento compulsório relativo a depósito a prazo sejam cumpridos com operações de crédito. “Pelo prazo de um ano, 50% dos valores recolhidos poderão ser utilizados na contratação de novas operações de crédito e na compra de carteiras diversificadas (pessoas jurídicas e físicas) geradas por instituições elegíveis” , diz a nota.
Outra medida foi ampliar o rol de instituições financeiras elegíveis (de 58 para 134) à condição de vendedoras das operações aceitas para fins de dedução do recolhimento. Instituições financeiras cujo Patrimônio de Referência Nível I, na posição de dezembro de 2013, seja inferior a R$ 3,5 bilhões serão elegíveis, sem restrições.
O BC resolveu ainda reduzir de R$ 6 bilhões para R$ 3 bilhões o valor do Patrimônio de Referência (Nível I) das instituições elegíveis para utilizar financiamentos concedidos nos termos da Resolução nº 4.170, para fins de redução da exigibilidade sobre recursos à vista, “ampliando o número de bancos que poderão lançar mão de parte (até 20%) de seus recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista para empréstimos e financiamentos que sejam enquadráveis no Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do BNDES”.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Soluções parciais para problemas estruturais



A trajetória recente da conjuntura econômica brasileira comprova a debilidade das medidas econômicas de curto prazo e, consequentemente, a essencialidade  da visão sistêmica como pilar de orientação das medidas de longo prazo. A preocupação do governo com os reflexos da crise americana de 2008 no emprego, o levou a incentivar a demanda interna, via facilitação de crédito, alargamento dos prazos de financiamento e desoneração de impostos, fundamentalmente.

Evidente que dado a natureza de curto prazo, essas medidas causariam uma sensação de proteção a sociedade e, ao mesmo tempo, agiriam positivamente na popularidade do governo. Entretanto, esse quadro de aparente tranquilidade econômica não poderia se sustentar por muito tempo. A pressão da demanda induzida por meios artificiais alimentou a inflação e levou o governo a lançar mão de instrumentos contraditórios às medidas expansionistas anteriores. Com isso, cresceu o juro e o grau de exigibilidade para o financiamento. As consequências não poderiam ser outras senão o endividamento das famílias e a redução da capacidade de consumo, com reflexos na formação de estoques involuntários, queda no nível de investimento e, consequentemente, desaceleração da taxa de crescimento econômico.  

O momento atual é de crise! Ano eleitoral, confiança dos empresários abalada, foco dos governantes na política partidária e de novo o interesse nas soluções de curto prazo, para não criar dificuldades no pleito. Só que as soluções para os problemas econômicos dependem de uma visão sistêmica e um programa de ações de longo prazo. O ponto fundamental é a indução ao deslocamento positivo da curva de oferta agregada a partir da inovação tecnológica. Ao contrário da visão tradicional, o crescimento da demanda depende do crescimento da oferta, a qual impulsiona o emprego e renda das famílias, sustentando o investimento e a produção agregada. A decisão por soluções de longo prazo exige comprometimento!  

sábado, 19 de julho de 2014

Refletindo sobre progresso social: o caso da região Norte Fluminense

Muito tenho ouvido falar de modernização, fundamentalmente, em função dos grandes investimentos nos setores de petróleo e infraestrutura portuária  na região Norte Fluminense. No âmbito dos municípios, as justificativas para o termo modernização passam essencialmente pelo aumento da população urbana e número de veículos automotores em circulação. Predominam os discursos políticos, onde governos e organizações de interesse disseminam uma visão otimista e sem qualquer base técnica/científica. A desinformação tem sido uma prática que é perversa para o futuro da sociedade regional.

Como contribuição para um melhor entendimento sobre o que realmente quer dizer progresso / modernização de uma sociedade, vamos recorrer ao pai da economia Adam Smith, nascido na Escócia e que viveu no período de 1723 a 1790.   

Em sua reflexão sobre o processo de invenção de máquinas para facilitar e abreviar o trabalho no âmbito da divisão do trabalho, ficou acentuada a importância dos trabalhadores que operavam as atividades e dos filósofos ou pesquisadores. Dessa forma, deduzia o economista....... "com o progresso da sociedade, a filosofia ou pesquisa torna-se, como qualquer ofício, a ocupação principal ou exclusiva de uma categoria especifica de pessoas".

Já em períodos mais recentes, o economista Celso Furtado, refletindo sobre a formação da teoria do subdesenvolvimento, destacou que a modernização da sociedade através da importação de bens de consumo sem a correspondente diversificação dos aparelho produtivo seria o ponto central da dependência tecnológica.

Vejam que enquanto Adam Smith associa o progresso da sociedade à pesquisa, que se transforma na ocupação principal, como um oficio qualquer; Celso Furtado vê a modernização da sociedade, caracterizada pela importação de bens de consumo, como uma situação de dependência tecnológica, condição alimentadora do subdesenvolvimento.


Acredito que a modernidade, tão propalada na região identificada, pode ser bem analisado segundo os ensinamentos dessas referências essenciais para o entendimento da ciência econômica. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Participação relativa do emprego formal em Campos e Macaé

Dados do Ministério do Trabalho (Caged) sobre a distribuição do emprego formal no Estado do Rio de Janeiro, mostram que enquanto Macaé aumenta a sua participação percentual no bolo do Estado, Campos perde participação. O gráfico apresenta o percentual de participação do número de empregos formais no período de 2004 a 2012 para esses municípios. Podemos observar que Campos apresentava um número de empregos equivalente a 2,27% do total do Estado em 2004, evoluindo para 2,71% em 2007. A partir desse ponto, foi verificado uma queda no ano seguinte para 2,38%, chegando ao nível mais baixo de 2% em 2009. Nos três anos seguintes a participação do município no emprego total do Estado se estabilizou em 2,14% em 2010, 2,12% em 2011 e 2,10% em 2012.
Já o município de Macaé, apresentou uma trajetória de crescimento de sua participação ao longo de todo o período. Em 2004, a participação do município era de 2,27%, aumentando gradativamente nos anos seguintes até alcançar 3,18% em 2012. 
Na avaliação sobre o crescimento anual, Macaé apresentou um crescimento médio de 10,65% no período de 2005  a 2012, enquanto Campos dos Goytacazes apresentou um crescimento médio de 3,7% no mesmo período. 
É importante observar nessa análise, a existência de uma base de negócios importante ligada a atividade de petróleo em Macaé e um processo de declínio acentuado da indústria sucroalcooleira em Campos dos Goytacazes. De qualquer forma, fica evidente que o avanço do emprego nesses municípios não é compatível aos investimentos públicos e privados direcionados para a região. Uma outra questão importante diz respeito a extrema necessidade de construção de numa base industrial em Campos dos Goytacazes, já que os setores de serviço e administração pública apresentam dificuldades para formar cadeias produtivas essenciais para a geração de emprego e renda em um padrão de maior sustentabilidade e maior valor adicionado.   

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O perfil do emprego na região Norte Fluminense em junho

O Ministério do Trabalho apresentou os dados de emprego formal no primeiro semestre de 2014. Foram gerados no país 588.671 postos de trabalho no primeiro semestre deste ano. O Estado do Rio de Janeiro gerou 5.390 empregos em junho e 25.193 empregos no semestre, número equivalente a 4,28% do total do país. 
A região Norte Fluminense gerou 2.126 novas vagas em junho, acumulando um saldo de 4.817 empregos no semestre. Deste total, destaca-se Campos dos Goytacazes com um saldo acumulado 3.785 vagas, sendo 2.029 vagas, ou 53,61% no setor agropecuário; 1.266 vagas, ou  33,45% na construção civil; 503 vagas, ou  13,29% no setor de serviços e 353 vagas, ou 9,33% na indústria de transformação. O comércio eliminou 311 vagas no semestre.
O município de Macaé mantém um quadro de dificuldades no emprego formal, apesar do resultado positivo em junho. Foram gerados 632 vagas no mês, por conta da aceleração na construção civil e um saldo acumulado de -191 empregos no semestre. O setor extrativa mineral eliminou 474 vagas no semestre e o setor de comércio eliminou 166 vagas no mesmo período.
O município de São Francisco de Itabapoana apresentou um boa geração de emprego em função do incio da safra de cana-de-açúcar. Foram gerados 549 empregos, sendo 503 ou 91,62% no setor agropecuário.
São João da Barra gerou 514 novas vagas de emprego no semestre, sendo 395 no setor de construção civil e 190 vagas na indústria de transformação. O comércio gerou 12 vagas no semestre. Importante observar que o emprego continua localizado no porto do Açu. 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Execução orçamentária em São Francisco de Itabapoana em 2013

A execução orçamentária em São Francisco de Itabapoana apresentou um superávit de 12,63%, considerando  as receitas realizadas e as despesas liquidadas orçamentárias no ano fiscal de 2013. As receitas correntes realizadas somaram R$101,6 milhões, sendo R$4,0 milhões de receitas próprias, equivalentes a 3,95% e R$94,7 milhões de transferências constitucionais.
No grupo das despesas, as correntes liquidadas somaram R$86,0 milhões, onde as despesas com pessoal e encargos somaram R$56,3 milhões, equivalentes a 55,4% das despesas correntes. No grupo das despesas de capital, os investimentos liquidados somaram R$2,7 milhões, equivalentes a 2,66% das receitas correntes. 
Podemos observar nesta análise o mesmo problema já relatado anteriormente, ou seja, a grande dificuldade regional no que diz respeito a crescer as receita próprias e aumentar a taxa de investimento. Neste caso, a receita própria representando somente 3,95% das receitas correntes realizadas e o investimento atingindo a inexpressiva taxa 2,66%.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Taxa de criação de negócios como fator de dinâmica econômica

Dados do IBGE sobre o número de unidades de negócios e número de pessoal ocupado, mostram que a participação relativa do município de Campos dos Goytacazes é declinante em ambas variáveis. Já o município de Macaé apresenta uma participação relativa estável em relação a unidades locais de negócios e uma participação crescente em relação ao número de pessoal ocupado assalariado.
Em 2010 o municípios de Campos tinha 2,55% de participação no número de unidades locais do Estado, caindo para 2,52% em 2011 e 2,5% em 2012. Na participação do quantitativo de pessoal ocupado do Estado, o município tinha 2,16% em 2010, caindo para 2,13% em 2011 e 2,08% em 2012.
Já Macaé manteve uma condição de estabilidade na participação no número de unidades locais, ou seja, 1,45% em 2010, 1,45% em 2011 e 1,44% em 2012. A sua participação no número de pessoal assalariado é de 2,94% em 2010, 3,08% em 2011 e 3,23% em 2012. Devemos considerar que Macaé reúne a base empresarial do setor de petróleo e gás, o que justifica a evolução de sua participação no conjunto de pessoal assalariado. Entretanto, considerando a taxa de criação de negócios como um indicador importante de dinâmica econômica, podemos considerar que o quadro nos dois principais municípios da região Norte Fluminense é preocupante, já que a região é beneficiária de poupudos investimentos nos setores de petróleo e infraestrutura portuária.   

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A região Norte Fluminense perde participação relativa nos royalties de petróleo

Os principais municípios produtores de petróleo na região Norte Fluminense - Campos, Macaé e Quissamã, perderam participação relativa no total da indenização mensal de royalties petróleo distribuído pela ANP aos Estados, Municípios, Fundo Espacial e Ministério de Ciência e Tecnologia. A análise foi verificada levando em consideração o ano base 1999 e o ano referência 2013. Nesse período, a participação relativa de Quissamã declinou 65,1% em 2013 com base em 1999. Em Campos o declínio foi de 21,54%, enquanto em Macaé o declínio foi de 18,98%, considerando o mesmo período de análise. Contrariamente, São João da Barra apresentou uma evolução na participação relativa de 22,2% em 2013 ano base 1999. Essa evolução sugere redução da produtividade nos poços ao longo da Bacia de Campos, em função do tempo de exploração. São João da Barra pode passar por esse mesmo processo, já que é o último município do Estado do Rio de Janeiro na trajetória de exploração em direção ao Espirito Santo.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Exportação de açúcar em junho

A exportação de açúcar apresentou evolução em junho. O volume embarcado cresceu 24,5%em relação ao mês anterior e a receita cresceu 26,9% no mesmo período. O preço médio negociado cresceu 2%, mantendo a trajetória de crescimento no último trimestre. 
Em relação a junho de 2013, o volume embarcado caiu 16,8%, a receita caiu 22,3% e o preço 6,3% em junho corrente.

O gráfico apresenta a trajetória dos preços médios praticados nos anos de 2012, 2013 e 2014. 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Exportação de minério de ferro em junho

O volume exportado de minério de ferro caiu 3,7% em junho, com relação a maio, enquanto a receita em dólar caiu 10,9% no mesmo período. O preço da commoditie manteve a tendencia de queda de -7,5% em junho, em relação ao mês anterior.
Na comparação com junho de 2013, foi verificado um incremento de 13,2% no volume exportado em junho de 2014 e  uma queda de 10,8% na receita em dólar no mesmo período. O preço praticado sofreu uma queda de 21,4% em junho de 2014, em relação a junho do ano passado.
O gráfico apresenta a trajetória do preço médio praticado na exportação de minério. No último trimestre foi observado uma queda acentuada no preço da commoditie.  

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Royalties distribuídos na região Norte Fluminense em junho de 2014

Com atraso a região Norte Fluminense recebeu a parcela de royalties mensal de R$110,8 milhões, correspondente a junho, com uma queda de 7,84% em relação ao valor de maio. Os municípios com as maiores quedas foram Campos dos Goytacazes -7,92% e Macaé -8,46%. 
Conforme a tabela, Campos recebeu R$50,1 milhões, acumulando um saldo de R$323,1 milhões no semestre. Macaé recebeu R$38,3 milhões no mês, acumulando um saldo de R$246,1 milhões, enquanto São João da Barra recebeu R$9,7 milhões no mês e um acumulado de R$61,9 milhões no semestre.
A participação da região no montante distribuído no total Rio de Janeiro em junho foi de 42,05%, percentual menor do que 43,21% de junho de 2013.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Exportação por Blocos Econômicos em junho de 2014

A Balança Comercial em junho apresentou o maior saldo deste ano. Apesar do superavit de US$ 2.365 milhões neste mês, o saldo acumulado é deficitário em US$ 2.490 no período janeiro a junho. 
A tabela apresenta a exportação brasileira por blocos econômicos no primeiro semestre de 2014. Observa-se uma retração de 3,4% em relação ao mesmo período de 2013, onde a maior queda ocorreu no comércio com a África, seguida pela América Latina e Caribe. O maior percentual de crescimento se deu no comércio Brasil com os Estados Unidos.
O gráfico apresenta a participação dos blocos econômicos nas exportações brasileiras. A Ásia tem a maior participação percentual de 35%, seguida pela América Latina com 20%, União Européia 19% e Estados Unidos 12%. Os outros blocos atingiram participações inferiores a 10%.