Aumentou o risco nas operações financeiras com o Brasil

A agencia Standard & Poor`s depois de rebaixar a nota dos títulos da dívida pública brasileira da Petrobrás, Eletrobras e Samarco, rebaixou a nota de bancos e companhias de seguros. Técnicos do governo fazem criticas pela elevação do risco imposto ao país, já que que existem sólidos fundamentos.  
Nessa discussão me parece que a agencia é quem tem razão. O crescimento médio do PIB no período de 2004 a 2008 foi de 4,8% ao ano. No período seguinte de 2009 a 2013, o crescimento médio caiu para 2,6% ao ano e em janeiro de 2014 o levantamento prévio do Banco Central indicou um crescimento de 1,26% em relação ao mês anterior. As expectativas para os próximos anos não são animadoras.
O indicador de comércio exterior mostra para o período de 2003 a 2007 um saldo da balança comercial crescente, impulsionado pelas exportações. No período de 2008 a 2013, o saldo declinou pressionado pelas importações. No primeiro bimestre de 2014 o saldo da balança comercial ficou negativo em US$ -6,1 bilhões.
Para completar o quadro o desemprego em fevereiro, no conjunto da principais regiões metropolitas, bateu dois dígitos, ou seja, 10,3%. 
Onde estão os sólidos fundamentos?


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