sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O papel do governo na economia: uma discussão ainda não terminada



Os resultados da avaliação macroeconômica do País são importantes para um melhor entendimento das estratégias que devem ser formuladas para dinamizar os sistemas econômicos locais. O ponto de partida é o questionamento sobre até que ponto o incentivo governamental ao consumo representa a melhor estratégia para o crescimento econômico? Vejam que as ações do governo nesse sentido têm vida curta. Se no primeiro momento aquece a economia, logo em seguida apresenta dificuldades de se sustentar.  No seu último relatório, o Banco Central derrubou a sua previsão de crescimento do PIB de 2,5% para 1,6% em 2012 e também do investimento, cuja previsão era de crescimento de 3,2% e agora é de queda 2,2%. Para completar o quadro, o endividamento das famílias é crescente, assim como a inflação.

O pensamento sobre a dinâmica econômica local costuma seguir esse mesmo raciocino. Os governos usam recursos públicos para incentivar o consumo sem a preocupação com a oferta. Nesse caso a situação é a mesma. O consumo interno gera emprego e renda na origem dos produtos importados e se constrói uma economia insustentável, com a absorção de desemprego, inflação, fuga de recursos públicos e redução da autonomia orçamentária, em função de maior dependência as transferências constitucionais.

Dessa forma, há de se planejar os recursos locais com destino a formação de uma oferta de bens e serviços sustentável, com profissionalização da mão de obra local, inserção de conhecimento, incentivo a inovação e a integração produtiva no território. Essa estratégia fixa os recursos públicos, gera emprego localmente, atrai investidores privados e dinamiza o crescimento econômico com inserção social.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Convite - CCT - UENF



SEMANA FESTIVA DO CCT
02 A 04/10/2012

PROGRAMAÇÃO


Dia 02/10/2012 – 9h
Local: Auditório 2 do Prédio P5
Mesa redonda: “O CCT frente ao desenvolvimento regional”
Participantes:
·        Ronaldo da Rocha Paranhos – Professor Associado do LAMAV/CCT e Diretor da Agência de Inovação da UENF
·        Alcimar das Chagas Ribeiro – Professor Associado do LEPROD/CCT e Assessor da Pro-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UENF
·        Gilberto Soares dos Reis – Gerente Regional do SEBRAE
·        Marcelo Neves – Secretário de Desenvolvimento e Petróleo de Campos dos Goytacazes

03/10/2012 – 8h
Local: Área livre em frente ao CCT
Torneio de futebol (CCH, CBB, CCT, CCTA)

04/10/2012 – 14h
Local: Entrada do Prédio Anexo do CCT
Conselho de Centro Solene – Inauguração do Espaço Professor Anatoliy, da Galeria de Ex-Diretores e do Memorial Acadêmico Científico do CCT.

domingo, 23 de setembro de 2012

Competição ou Cooperação? Como alcançar a felicidade!


O Globo deste domingo traz uma entrevista com o economista Frances Daniel Cohen que questiona o modelo de crescimento econômico via competição. Afirma o economista que a corrida ao crescimento não tornou as pessoas mais felizes. Essa tambem é a nossa visão em relação aos investimentos do porto do Açu em SJB. A grande expectativa em relação ao crescimento econômico da município fechou os olhos dos governantes para a necessidade de preparação do ambiente local frente as transformações que já ocorrem. O complexo portuário do Açu por ai só, não vai garantir a felicidade da população, já que dificilmente a mesma será inserida nesse contexto. Insisto que somente a mudança de governo e uma orientação para a cooperação interinstitucional poderá construir dias melhores para a população e uma adaptação mais equilibrada nesses novos tempos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Distribuição de Royalties em setembro na região Norte Fluminense

Os municípios da região Norte Fluminense receberam a parcela de royalties de petróleo correspondente a julho de 2012. Campos dos Goytacazes recebeu a maior parcela, ou seja, R$49,9 milhões no mês, somando um acumulado de R$474,3 milhões no ano. Macaé recebeu R$37,9 milhões no mês, acumulando um valor de R$358,8 milhões no ano. São João da Barra recebeu R$8,1 milhões no mês, somando um acumulado de R$90,1 milhões no ano, enquanto Quissamã recebeu R$7,0 milhões no mês, somando um acumulado de R$68,1 milhões no ano.
O gráfico mostra a trajetória do percentual de participação da região no Estado. Verifica-se uma tendência de queda na participação. Depois de ter alcançando uma participação de 47,10% em junho, a região atingiu 42,26% do valor distribuido para o Estado em setembro de 2012.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Emprego formal em agosto na região Norte Fluminense

A região Norte Fluminense gerou um saldo negativo de 74 empregos no mês de agosto. Porém no acumulado de janeiro a agosto, foi gerado um saldo positivo de 9.805 empregos. Avaliando a situação de cada município, verifica-se que Campos dos Goytacazes gerou 247 vagas no mês, somando 2.981 vagas no acumulado de janeiro a agosto. Deste total, o setor agropecuário teve uma participação percentual de 101,88%, o setor de serviços 40,39%, a indústria de transformação 19,72%, enquanto que a construção civil destruiu 1.252 vagas de emprego e o comércio destruiu 787 vagas neste ano.
O município de macaé destruiu 424 vagas de emprego em agosto e gerou um saldo acumulado de 4.769 vagas no ano. Deste saldo, o setor de serviços teve uma participação percentual de 45,06%, a construção civil 33,38% e a indústria de transformação 20,09%.
São João da Barra gerou 109 vagas de emprego em agosto e um saldo acumulado de 1.147 empregos no período de janeiro a agosto. A construção civil teve uma participação de 85,18% e setor de comércio destruiu 43 vagas de emprego este ano.
São Francisco de Itabapoana gerou um saldo acumulado de 654 no ano, com a participação percentual de 87,31% do setor agropecuário.
Carapebus gerou 52 novas vagas no ano concentradas no comércio; Cardoso Moreira gerou 47 novas vagas concentradas na agropecuária;  Conceição de Macabu gerou 85 novas vagas concentradas no comércio; Quissamã gerou 23 novas vagas concentradas no comércio e São Fidélis gerou 47 novas vagas concentradas nos serviços.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O dilema entre royalties de petróleo x educação

A tabela apresenta os percentuais equivalentes aos grupos de pessoas de 15 anos ou mais por escolaridade (sem instrução e fundamental incompleto, fundamental completo e médio incompleto, médio completo e superior incompleto e superior completo) nos municípios de São João da Barra, Conceição de Macabu e Bom Jesus do Itabapoana. Vejam que o pior resultado é o de São João da Barra, município que já recebeu R$2,6 bilhões de investimentos privados nas obras do porto do Açu e é produtor de petróleo com receitas correntes da ordem de R$300,0 milhões ano. No grupo sem instrução e fundamental incompleto, São João da Barra apresenta uma maior proporção frente aos dois outros municípios. Porém, nos grupos médio completo e superior, São João da Barra apresenta uma proporção menor do que os outros municípios. Esse quadro mostra que os ingressos oriundos dos royalties de petróleo não foram suficientes para melhorar a educação no município, que se inferioriza frente a municípios com orçamentos equivalentes a menos de 20% do que o seu. 


sábado, 15 de setembro de 2012

Exportação de açúcar em bruto em agosto de 2012

A exportação de açúcar em bruto em agosto registrou uma quada de 3,26% nas receitas em dólares e uma queda de 1,15% no volume embarcado. O preço médio praticado registrou uma queda de 2,13%.
        O gráfico apresenta a trajetória do volume embarcado e do preço médio praticado. Observa-se um crescimento do volume embarcado, porém o preço negociado é declinante. 
      

Exportação de minério de ferro em agosto de 2012

A exportação de minério de ferro em agosto contabilizou um aumento de 1,03% no volume embarcado e uma redução de 3,02% no valor da receita em dólares, com relação ao mês anterior.  O descompasso se deu em função da redução de 3,93% no preço médio negociado.
O gráfico apresenta a trajetória dos preços negociados em 2011 e 2012. Verifica-se uma tendencia de queda a partir de junho. Em relação a agosto de 2011, a queda nos preços praticados chegou a 27,18%.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Um passeio de observação na região do Quinto Distrito de São João da Barra

Um passeio de observação pelo quinto distrito de São João da Barra confirma a visão histórica de que aquelas terras foram destinadas a pecuária, especialmente, a leiteira (Caetá, Vila Abreu, Pipeiras, Sabonete, Cazumbá, dentre outras). Porém algumas atividades agrícolas surgiram com o tempo, especialmente o cultivo de abacaxi, maxixe, quiabo e outras de subsistência. De qualquer forma, chama a atenção o vazio na imensa extensão de terras. Não é aparente o investimento em pastagens, muitas terras estão sem cultivo algum e a ausência de qualquer ação governamental é latente. 



A Vila da Terra, projeto da EBX com o governo local não tem vida. Poucas iniciativas de cultivo caseiro perdidas em uma área de restinga sem nenhuma expressão. Foi difícil encontrar pessoas em um domingo de descanso para labuta do dia seguinte. Aliás, em uma casa de apoio técnico encontrei um vigia que não tinha qualquer informação sobre a finalidade daquele local. Aliás, me deparei com uma ação de governo em uma área totalmente desabitada, bem depois da Vila da Terra. Trata-se de uma quadra no meio do nada que imagino nunca ter sido usada por ninguém. 

Avançando o meu percurso, deu para confirmar a ausência do governo naquela parte do município. As estradas de acesso ao porto foram construídas e são cuidadas pelo grupo EBX dentro, naturalmente, dos seus interesses, enquanto que as outras estradas, fora do circuito porto do Açu, estão abandonados. A praia do Açu é um exemplo evidente de abandono.
Fiquei também surpreso com a descontinuidade da estufa de Água Preta, projeto referência da Secretaria de Agricultura para apoio a agricultura familiar naquela região. Sei que a EBX tem divulgado a construção de novas estufas em alguma localidade, entretanto essa pratica de destruir uma ação anterior para reproduzi-la em outro lugar, somente para criar um novo fato, é lamentável.
Retornando a sede, a sensação é de que uma parte substancial do território agora pertence ao grupo empresarial. Ali serão erguidas grandes indústrias geradoras de riqueza para fora, enquanto as atividades tradicionais tenderão ao desaparecimento. Como conseqüência, a população rural, desprotegida de qualquer amparo do governo, receberá os reflexos perversos do crescimento concentrado com base em recursos naturais.


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

INDEPENDÊNCIA: UM MOMENTO PARA A REFLEXÃO



Comemorações pela independência do Brasil, proximidade das eleições municipais e efervescência das campanhas para escolher o próximo prefeito de São João da Barra, município sede do Complexo Portuário do Açu, investimento que transformará, definitivamente, o município e todo o seu entorno. Está ai um momento propício para uma boa reflexão sobre a responsabilidade de cada cidadão na hora de fazer a sua escolha. Independência, liberdade, cidadania, são direitos que devem ser reivindicados pela população, porém esses elementos não combinam com egoísmo extremado, subserviência, ignorância e irresponsabilidade em relação ao que é público.

Esse é um paradoxo observado na terrinha e que, naturalmente, preocupa as pessoas de bem. Aliás, quero me dirigir a essas pessoas e sei que são muitas. É real a idéia de que vivemos na era do conhecimento e, portanto, deve ficar excluída a possibilidade de regressão do processo político, no que diz respeito à qualidade da liderança escolhida que será responsável por gerir um orçamento de meio bilhão de reais.

Nesse momento, misturam-se aos sanjoanenses, pessoas de diversos estados e países, em função dos investimentos privados, e este fato exige a qualificação do nosso povo para uma melhor adaptação ao processo de transformação. Nesse caso o governo tem que ser forte e precisa contar com uma assessoria, extremamente profissional.

Realmente, não existe a possibilidade de uma gestão amadora alcançar êxito, já que tal fato comprometerá o presente dos trabalhadores e o futuro das crianças. Hoje o município já apresenta um conjunto de pontos frágeis, como: educação decadente, ausência de investimentos em infra-estrutura social e econômica, abandono das atividades econômicas de base, uso inadequado dos recursos públicos e estrutura pública desqualificada. Agora imaginem a condição de piora desse quadro por uma escolha mal feita. É nesse momento cívico, que nos remete a pensar em liberdade, felicidade, harmonia social, coletividade, que devemos refletir sobre o nosso papel nesse processo democrático. A escolha presente será crucial para a possibilidade de inserção da população no novo momento que está se delineando. Imaginar que pessoas sem a qualificação adequada conseguirão êxito é uma inconseqüência que muito custará a toda a população.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Exportação brasileira por blocos econômicos de janeiro a agosto de 2012

A exportação brasileira no período de janeiro a agosto de 2012, por blocos econômicos, fechou em US$ 160,6 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2011, foi verificado uma queda de 3,7%. O embarque para o Oriente Médio teve a maior queda de 12,9%, seguida pelo América Latina e Caribe com uma queda de 9,1% e União Européia com uma queda de 7,4%. 
O melhor resultado ocorreu no embarque para os Estados Unidos que alcançou um crescimento de 13,1%.
A distribuição da exportação por blocos econômicos coloca a Ásia na liderança com 30,9%, seguida pela América Latina e Caribe com 20,82% e a União Européia com 20,37%. Os Estados Unidos aparecem com uma participação de 11,63% e segue em um processo de crescimento.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Evolução das Receitas Próprias em Campos dos Goytacazes

O município de Campos dos Goytacazes apresenta uma boa evolução das receitas próprias realizadas. Em 2011 as receitas  somaram R$160,7 milhões, representando um crescimento nominal de 119,75% em relação ao valor realizado em 2007. No primeiro quadrimestre de 2012 o valor realizado de R$ 62,9 milhões representou 86% do valor realizado em todo o ano de 2007. 
Esse esforço é importante, já que aumenta a autonomia orçamentária do município em relação as receitas de royalties de petróleo e outras transferências constitucionais.
 O gráfico apresenta a trajetória da participação relativa das receitas próprias nas receitas correntes. Após uma leve queda em 2008, observa-se um crescimento contínua do percentual das receitas próprias sobre as receitas correntes. No primeiro quadrimestre de 2012 o percentual atingiu 8,62% contra 5,89% em 2007.

Operações bancárias em junho de 2012 na região Norte Fluminense

O saldo das operações bancárias em junho, são apresentados na tabela. Campos dos Goytacazes contabilizou R$1,4 bilhão de operações de crédito, seguido por Macaé com um saldo de R$1,2 bilhão. São Fidélis contabilizou R$115,0 milhões de crédito, saldo superior ao saldo de R$113,6 milhões contabilizado em São João da Barra.
Nas operações de depósito a vista do setor privado, Macaé contabilizou um saldo de R$248,3 milhões, seguido por Campos dos Goytacazes com um saldo de R$222,2 milhões.
Nos depósitos a prazo, a liderança é de Campos dos Goytacazes com um saldo de R$946,4 milhões, seguido por Macaé com um saldo de R$783,5 milhões e São João da Barra com um saldo de R$209,4 milhões. 
O gráfico apresenta a trajetória dos saldos de depósito a prazo em São João da Barra em 2011 e 2012.

domingo, 2 de setembro de 2012

UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE SOBRE O PAPEL DO FUNDECAM



O crescimento econômico de um território pode ocorrer em função de investimentos exógenos, investimentos endógenos ou pela combinação de ambos. Investimentos exógenos se materializam, fundamentalmente, pelo interesse de grandes empresas em recursos naturais, próprios da região. Elementos diferenciados como, mão-de-obra especializada, abundância de matéria-prima, incentivo fiscal ou a combinação dos mesmos, também podem atrair esse tipo de investimento. Quanto aos investimentos endógenos, dependem, essencialmente, de políticas públicas, estrategicamente, bem formuladas, a partir do planejamento e utilização dos recursos materiais e imateriais disponíveis no território.
Em qualquer situação o papel do governo é fundamental para regular as imperfeições do mercado que atua na seleção dos mais aptos na concorrência pela partilha da riqueza gerada no sistema econômico. Desta forma, o crescimento endógeno é sempre mais equilibrado, já que evolui de forma planejada e, como as ações são integradas, facilita a inserção dos agentes, além de favorecer a inovação e o crescimento melhor distribuído.
Esse contexto é importante para a construção de uma argumentação mais eficaz para a mudança de foco do Fundo de Desenvolvimento de Campos – FUNDECAM. A sua primeira versão, voltada para atrair grandes empresas, via recursos subsidiados, representava uma distorção, já que esse não é o papel do governo. Os bancos oficiais (BNDES, CEF e Banco do Brasil) têm esse papel e disponibilizam um conjunto de linhas de financiamentos para segmentos diferenciados, enquanto que, do governo, espera-se investimento em infraestrutura social e econômica para motivar investimentos privados. Os fracos resultados dessa primeira fase, em termos de produção, emprego e renda, ratificam a presente argumentação.
Outros exemplos relativos a grandes investimentos exógenos, com base em recursos naturais, como a atividade petrolífera em Macaé, energia elétrica na região Norte do País, minério em Minas Gerais, etc., mostram, claramente, o descompasso entre geração de riqueza oriunda da atividade e o aprofundamento da pobreza do seu entorno. 
Conseqüentemente, o redirecionamento do Fundecam para apoiar o crescimento endógeno é mais adequado e, de acordo com novo formato, o governo cumpre o seu papel, incentivando negócios locais que agregam emprego e renda. Paralelamente, a decisão de atuar na formalização de negócios informais é relevante, já que possibilita uma melhor condição social a esses trabalhadores, além do impacto no aumento da autonomia orçamentária do município em relação à receita de royalties de petróleo.
A evolução desse processo, entretanto, depende de um diagnóstico dos estoques de recursos materiais e imateriais pertencente ao município e, um planejamento de atividades estratégicas, no formato de incubação de novos negócios com base em produção de alto valor agregado, considerando a interação universidade – governo – empresa. Nesse estagio, o governo tem um papel extremamente relevante, já que a governança interinstitucional é a chave da competitividade dos negócios.

Banda União do Operários ensinando como fazer cultura em São João da Barra



Um fim de semana verdadeiramente cultural em São João da Barra. Naturalmente, não possibilitado pelo poder público municipal, que não sabe o que é cultura, e sim pela Banda União dos Operários. Um programa cultural envolvente, com a confraternização de crianças, jovens e adultos, além da presença dos pais, muito empolgados com a iniciação musical e apresentações profissionais dos seus filhos. Enfim, a cultura como deve ser, ou seja, com a constituição um espaço de convivência social que represente a continuidade da residência de cada um, com a afirmação de verdadeiro senso de pertencimento em relação a entidade, com a dedicação total dos professores e diretores da entidade e, fundamentalmente, com a materialização da oportunidade de integração social das famílias sanjoanenses. Esse modelo precisa ser implantado na escola. Parabéns a todos os envolvidos nesse brilhante projeto e, essencialmente, a essa entidade centenária.

sábado, 1 de setembro de 2012

Macaé: o resultado do crescimento desordenado

Uma realidade viva dos resultados impostos pelos investimento exógenos (de fora para dentro), quando o espaço territorial não é compatível em termos de infraestrutura. Sobressaem, neste caso, as externalidades negativas e a população nativa é afetada fortemente.