Royalties e dependência orçamentária na rota do petróleo fluminense

Quando o assunto é autonomia orçamentária, os principais municípios da região Norte Fluminense apresentam dificuldades. São João da Barra apresentou o pior quadro em 2011. O município realizou R$ 338,3 milhões de receitas orçamentárias, sendo R$ 301,1 milhões oriundas de transferências constitucionais, destes R$ 245,1 milhões são royalties de petróleo. Este panorama mostra um município com extrema dependência orçamentária, ou seja, 89% de dependência as tranferências constitucionais. Os royalties representaram 72,5% das receitas correntes, indicando uma frágil autonomia orçamentária.
Campos apresentou um grau de dependência orçamentária de 85% (R$ 1,7 bilhões de transferências correntes sobre R$ 2,0 bilhões de receitas correntes) e uma receita de royalties de R$ 1,2 bilhão ou 60% das receitas correntes.
Macaé apresentou o melhor resultado, com um grau de dependência orçamentária de 62,3% (R$ 935,0 milhões de transferências correntes sobre R$ 1,5 bilhão de receitas correntes) e uma receita de royalties de R$ 482,8 milhões ou 32,2% das receitas correntes.

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