A prática de empresas e governos interessados em minimizar impactos ambientais de investimentos produtivos

Imagem do Jornal o Globo de hoje, apresenta a dimensão real do problema relativo ao vazamento de óleo do campo do Frade na Bacia de Campos no Norte Fluminense.

A lição que fica é que existe uma prática muito comum entre as empresas que desenvolvem seus projetos econômicos, a partir da exploração de recursos naturais, de minimizar ou esconder o efetivo dano ambiental, consequente de suas atividades econômicas. No diz respeito a pretróleo, o exemplo de danos no golfo do México é um grande exemplo e agora no Brasil a prática se repete. A Chevron, empresa responsável pelo problema, indica que o vazamento equivale a 65 barris dia ou 650 barris nos dez dias de vazanento, enquanto que especialistas calculam 3.738 barris dia ou 15 mil barris no período. Para complementar o quadro de mentiras, o ministro Edson Lobão considera o vazamento como residual.

Toda essa experiência é importante para ajudar a região a ter um posicionamento diferente do que vem tendo em relação aos investimentos anunciados do complexo industrial do porto do Açu. Neste caso, os possíveis impactos vem sendo também minimizados pela empresa e pelos governo estadual e municipal. É preciso ficar alerta!

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