quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Taxas de investimento na Região Norte Fluminense no primeiro semestre de 2011

A figura apresenta as taxas efetivas de investimento no primeiro semestre de 2011 nos municípios da Região Norte Fluminense. A taxa efetiva é o resultado da relação entre o valor do investimento liquidado e o valor das receitas correntes realizadas no período investigado. Verifica-se que Campos dos Goytacazes apresenta a maior taxa de investimento, seguido por Macaé com uma taxa bem inferior. São João da Barra e Conceição de Macabu apresentam as menores taxas. Esta dificuldade em alocar recursos em investimento, demonstrado pela região, é um grande gargalo perante aos investimentos privados em andamento por conta do complexo portuário do Açu e Barra do Furado/Quissamã.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Execução orçamentária em 2011 no município de São João da Barra

Contrariamente a Campos e Macaé, o município de São João da Barra não apresentou uma boa execução orçamentária neste semestre. As receitas correntes e as transferências correntes atingiram somente 40% dos valores previstos, enquanto as receitas tributárias alcançaram 33% do valor previsto. As despesas de pessoal ficaram em 39% do valor previsto, enquanto a despesa de investimento liquidada no período alcançou somente 0,5% do valor previsto. Definitivamente o município não sabe gerir os recursos destinados a investimento. Na relação com as receitas correntes realizadas, o nível de investimento liquidado alcançou 0,45% no período analisado.


Execução orçamentária em 2011 no município de Macaé

A execução orçamentária em Macaé no primeiro semestre de 2011, apresentou também um bom equilíbrio. As receitas correntes realizadas atingiram 55,6% do valor previsto, as receitas tributárias atingiram 63,2% e as transferências correntes atingiram 54,8% do valor previsto. Do grupo das despesas, as correntes atingiram 46,8% das despesas previstas, as despesas com pessoal atingiram 49,6% e as despesas com investimento alcançaram 13,9% do valor previsto. Comparativamente as receitas correntes realizadas, o valor liquidado do investimento no período representou 4,42%. Em termos relativo, o município de Campos dos Goytacazes apresentou uma melhor gestão orçamentária no período analisado.


Execução orçamentária no primeiro semestre de 2011 em Campos dos Goytacazes

A execucação orçamentária relativa ao primeiro semestre de 2011, em Campos dos Goytacazes, apresentou um bom equilíbrio. Foram realizadas 51,9% das receitas correntes do valor previsto, 59,5% das receitas tributárias e 52,3% das transferências correntes. Das despesas previstas, foram liquidadas 54,8% das despesas correntes, 60,4% das depesas com pessoal e 50,2% das despesas com investimento.
O valor nominal do investimento liquidado no período de janeiro a junho em R$189,6 milhões alcançou uma participação relativa de 19,78% das receitas correntes realizadas, o que representa um bom nível de investimento.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Receita de royalties em agosto de 2011 na Região Norte Fluminense

O valor das transferências de royalties de petróleo para a Região Norte Fluminense declinou em agosto, comparativamente, a julho de 2011. A participação de 42,68% da receita da região em relação a receita do Estado em agosto, ficou abaixo da mesma relação de 47,46% em julho. Campos puxou a retração com uma queda de arrecadação de 3,78%, Macaé apresentou uma queda de 3,97%, Quissamã cresceu 11,35%, São João da Barra apresentou uma queda de 10,92% e Carapebus apresentou uma queda 2,95% em agosto, com base em julho. No acumulado a relação da receita regional na receita do Estado, também declinou. Em agosto, a participação regional atingiu 46,76% e em julho a mesma participação chegou a 47,44 %.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Movimentação do emprego nos municípios com menos de 30 mil habitantes na Região Norte Fluminense em julho de 2011

A tabela apresenta a movimentação do emprego formal nos municípios com menos de 30 mil habitantes na Região Norte Fluminense. São João da Barra se destaque entre esse conjunto de municípios com 82 empregos líquidos no mês de julho e um saldo acumulado de 571 empregos no período de janeiro a julho. Os municípios de Carapebus e Conceição de Macabu apresentaram saldos acumuldos positivos, enquanto os municípios de Cardoso Moreira e Quissamã destruiram empregos nesse mesmo período.


O gráfico apresenta a trajetória do emprego formal em São João da Barra no período de janeiro a julho dos anos de 2010 e 2011.


Uma visão sobre a conjuntura econômica do município de Campos dos Goytacazes

Uma leitura sobre a trajetória econômica do município de Campos dos Goytacazes nos leva a verificar alguns indicadores importantes, como o comportamento das receitas orçamentárias, receitas tributárias, gastos com investimento, participação no ICMS e o nível de emprego. O gráfico apresenta a variação percentual real das receitas orçamentárias, tributárias e investimento, no período 2006 a 2010, tendo como base o ano de 2005. Através dele pode-se verifica-se que as receitas correntes apresentaram crescimento de 18,26% em 2006, ano base 2005, crescimento de 7,44% em 2007/2005, crescimento de 28,78% em 2008/2005, crescimento de 11,94% em 2009/2005 e crescimento de 31,73% em 2010, ano base, 2005. Compondo o grupo das receitas correntes, as transferências de royalties de petróleo têm um papel fundamental, porém é importante a observação de que as receitas tributárias apresentaram um padrão de crescimento acima do crescimento das receitas orçamentárias, o que mostra um quadro positivo, já que as mesmas receitas correspondem a uma melhor dinâmica da atividade econômica interna, especialmente, por conta da atividade de serviços.

Outra questão importante é observar que o nível dessa receita precisa continuar crescendo, já que a sua relação nas receitas correntes é baixa, atingindo uma média de 5,92% no período analisado.

Por outro lado, a despesa de investimento também apresenta uma boa trajetória, com exceção do ano de 2009, onde apresentou um declínio na comparação com o ano de 2005. Em 2010, o crescimento real de 272,88% em relação a 2005 foi muito importante, onde o nível de investimento em termos nominal alcançou 23,95% das receitas orçamentárias.

A trajetória do índice de participação no ICMS mede o valor adicionado no município a cada ano. Este valor é muito importante, já que representa a real dinâmica da economia local, ou seja, o resultado do funcionamento das atividades comercial, industrial e de serviços. Como o índice representa a economia de dois anos atrás, observa-se que em 2003 o município perdeu participação no ICMS, refletido no índice de 2005. Posteriormente, observa-se uma trajetória crescente, entretanto ainda abaixo de 2001 e 2002, indicando que existe espaço para o crescimento econômico. Situações como a informalidade e a dificuldade em criar sinergia entre as ações implementadas, podem estar se consolidando como gargalos ao avanço mais rápido da economia local.

Complementarmente, uma avaliação mais aprofundada do emprego no município pode ratificar a presente análise. Na verificação do emprego gerado, tem-se uma contabilização de um saldo acumulado de 6.830 empregos no período de janeiro a julho de 2011, distribuído em 53,86% no setor agropecuário, 15,00% no setor de serviços e 11,83% no setor de construção civil. Tal indicação mostra claramente um forte perfil de sazonalidade em sua formação, o que não é saudável. O emprego precisa ser sustentável e sua ocorrência exige atividades econômicas organizadas em cadeias produtivas, cuja base deve ser composta de produtos de alto valor. Os empregos gerados no setor sucroalcooleiro tendem a zerar no término da safra, assim como, a construção civil também não garante um nível de emprego sustentável, já que os investimentos têm prazo para se findar. Conforme pode-se observar, pelo menos, 65% no total dos empregos gerados dependem dessas atividades.


sábado, 20 de agosto de 2011

Investimentos previstos para a Região Norte Fluminense

Levantamento da FIRJAN indica que o valor previsto dos investimentos privados para a Região Norte Fluminense, no período 2010-2012, somou 12,494 milhões. Os setores de energia, petroquimíca e logística apresentaram os maiores valores. Como a maioria dos projetos são de implantação, a crise internacional deve atrasar o calendário, o que pode facilitar o processo de formulação de políticas públicas para facilitar uma melhor qualificação do ambiente regional e, naturalmente, uma melhor inserção ao novo momento.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Uma leitura da crise econômica internacional

A crise econômica internacional pode ser entendida à luz da relação conflitante entre as receitas e as despesas orçamentárias. Talvez possamos dizer que a orientação Keynesiana não foi bem entendida, quando o próprio Keynes indicou a demanda efetiva como elemento importante do crescimento econômico e do combate ao desemprego. Responsável pela coordenação do processo, os Governos trataram de ampliar os seus tentáculos e passaram a ocupar espaços cada vez mais representativos na sociedade. Conseqüentemente, a manutenção do “status quo” passou a exigir a ampliação dos benefícios e um maior comprometimento das receitas que deveriam ser aumentadas continuamente, em detrimento da economia real cada vez mais pressionada tributariamente.

O quadro corrente reflete, especialmente na Europa, um forte endividamento público, incapacidade da estrutura produtiva em gerar rendimentos crescentes, desemprego e aprofundamento da pobreza. Nos Estados Unidos, a situação se apresenta um pouco diferente já que o país distribui com o planeta as suas irresponsabilidades de gestão pública, já que é referência financeira, militar e tecnológica para o mundo. Mesmo assim, a crise de liquidez é grave e junto com a crise conjuntural e estrutural da Europa, levará ao mundo uma forte retração econômica.

O Brasil, apesar de apresentar algumas condições bastante razoáveis, tais como: amplo mercado interno consumidor, representativo volume de reservas em dólar, controle inflacionário, além de um dinâmico setor de agronegócios, depende de investimentos internacionais, cujas economias estão em franco processo de retração econômica. A economia interna já vem sentindo o desajuste externo, especialmente pela forte concentração das exportações em commodities, cujos preços já estão em declínio. Na outra ponta, os investimentos diretos sofrerão retração.

No contexto do país, a região norte fluminense se destacou em relação à absorção de investimentos. A indústria petrolífera em Macaé nos últimos 35 anos atraiu um número consistente de empresas nacionais e internacionais, com volumes vultosos de investimentos, os quais avançam em direção ao pré-sal. O município São João da Barra recebeu o complexo portuário do Açu, cujos investimentos, na fase de construção desde 2007, já chegaram ao valor de R$1,8 bilhão. Complementarmente, os projetos portuários em Quissamã / Barra do Furado e Presidente Kennedy no Espírito Santo estão em planejamento. Este dinâmico quadro não se compatibiliza com o mundo em crise, já que especialmente o porto do Açu, se constitui de protocolos de intenção assinados por empresas estrangeiras que dependem de forte saúde financeira para materializar os investimentos produtivos. Com a crise externa, Estados Unidos com sérios problemas de liquidez, Europa com a estrutura econômica abalada e uma conjuntura falida e o Japão em recuperação de sérios problemas de ordem natural, a expectativa é de que os investimentos na região norte fluminense sejam postergados, gerando dificuldades para o principal empreendedor, o grupo X. A natureza desse investimento, baseado em infraestrutura, exige fortes investimentos captados no exterior e/ou no mercado acionário, fontes que apresentam muitas dificuldades no momento. As bolsas estão em queda livre e os recursos internacionais estão indo em direção as aplicações sem risco como ouro. O patrimônio do investidor vai diminuir, já que a fase operacional ficará mais distante e, portanto, um período maior sem receitas, enquanto os custos e despesas continuarão nesse contexto de incerteza.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Movimentação do emprego formal em julho nos municípios com mais de 30 mil habitantes na Região Norte Fluminense

A movimentação do emprego formal nos municípios com mais de 30 mil habitantes, na Região Norte Fluminense, apresentou o município de Macaé com um saldo de 1.190 empregos em julho e um saldo acumulado de 7.349 empregos no período de janeiro a julho, assim distribuidos: 63,01% no setor de serviços, 17,96% na indústria de transformação e 11,55% no setor de construção civil. O município de Campos dos Goytacazes contabilizou um saldo de 170 empregos em julho e um saldo acumulado de 6.830 empregos no período de janeiro a julho, assim distribuidos: 53,86% no setor agropecuário, 15,00% no setor de serviços e 11,83% no setor de construção civil.

O município de São Fidélis não gerou emprego líquido no período analisado e São Francisco de Itabapoana contabilizou um saldo acumulado de 833 empregos no mesmo período. No município, o setor agropecuário apresentou uma maior concentração com um saldo acumulado de 814 empregos no período de janeiro a julho de 2011.
O gráfico apresenta a trajetória do saldo de emprego nos meses de janeiro a julho de 2010 e 2011.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Saldo de depósito total nas regiões do Estado do Rio de Janeiro em maio de 2011

Os valores na tabela ao lado apresentam os valores representativos dos saldos de depósitos totais (a vista de governo, a vista do setor privado e a prazo) por região do Estado do Rio de Janeiro. Observa-se uma forte concentração na região metropolitana, porém o percentual de 91,33% em maio de 2011 foi inferior ao percentual de dezembro de 2010 de 91,99%. As regiões serrana e norte fluminense aumentaram a sua participação. A serrana apresentou uma participação de 2,30% em maio contra 1,99% em dezembro de 2010, enquanto a região norte fluminense apresentou uma participação de 1,94% em maio e uma participação de 1,86% em dezembro de 2010.


O gráfico ao lado apresentam os percentuais de participação das regiões administrativas do Estado do Rio de Janeiro.

sábado, 13 de agosto de 2011

Investimento é indutor de riqueza?

A empresa LLX, empresa do grupo EBX, divulgou que o investimento realizado na construção do porto do Açu, iniciado em 2007, somou R$1,8 bilhão. Somado a este valor, o investimento público nos municípios do entorno do porto, Campos dos Goytacazes, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana, somou 956,9 milhões, conforme gráfico ao lado. Os dados indicam que em aproximadamente 3 anos e meio, esta região recebeu pelo menos R$2,8 bilhões de investimento. Neste caso, impactos positivos deveriam ter sido aflorados.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Gestão orçamentária em Campos dos Goytacazes no período de janeiro a abril de 2011

O quadro ao lado apresenta os valores da gestão orçamentária do município de Campos dos Goytacazes no primeiro quadrimestre de 2011. O valor das receitas correntes previstas para o ano somou R$1,8 bilhão e a parcela realizada no período janeiro a abril somou R$571,2 milhões, ou o equivalente a 31,0%. As receitas tributárias realizadas representaram 9,15% das receitas correntes realizadas, enquanto as transferências correntes representaram 84,76% das receitas correntes no período.

No campo das despesas correntes, os gastos com pessoal e encargos liquidados representaram 38,44% das receitas correntes. No campo das despesas de capital, os investimentos liquidados representaram 12,82% das receitas correntes realizadas no período analisado.

O minério brasileiro no comércio exterior

A movimentação de minério de ferro no comércio exterior nos primeiros sete meses de 2011, mantém uma certa dinâmica de crescimento, já que o volume em toneladas embarcado em julho superou em 7,11% o volume embarcado em junho e foi maior 20,2% do que o volume comercializado em janeiro do mesmo ano.


Apesar do crescimento identificado, observa-se que o preço vem perdendo folego. O gráfico ao lado compara a trajetória de crescimento dos preços no período de janeiro a julho de 2010 com 2011. Verifica-se uma forte tendência de crescimento no mesmo período de 2010, enquanto que em 2011 os preços praticamente se estabilizaram no último trimestre.
A movimentação e perspectiva para o negócio com minério é importante para a Região Norte Fluminense, já que se constituirá como porto exportador dessa commodity e outros produtos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A movimentação do açúcar bruto brasileiro no comércio exterior

Persiste a consistente demanda do mercado intenacional pelas commodities brasieliras. Os valores do comércio exterior de açúcar em bruto são apresentados na tabela ao lado. Em julho o volume de açúcar embarcado para o exterior superou em 155,9% o valor vendido em janeiro do mesmo ano. O preço entretanto, depois de forte crescimento em março e abril, caiu em maio e junho, apresentando uma pequena recuperação em julho.


O gráfico ao lado mostra a trajetória dos preços praticados nos meses de janeiro a julho de 2011. Observa-se que o preço de US$555,4 praticado em julho de 2011 foi maior 35,26% do preço de US$410,6 praticado em julho de 2010.


domingo, 7 de agosto de 2011

A UENF em direção a Região Noroeste Fluminense

Do blog O vagalume

"Fernando Fernandes, o Paulada, prefeito de Itaperuna/RJ, recebeu na manhã de 05 de agosto os prefeitos Marco Antônio Toledo, o Taninho (Natividade); Joelson Gomes (Italva); Alcione Corrêa de Araújo (Itaocara); Oswaldo Botelho (Cambuci); Antônio Jogaib (Porciúncula); José Eliezer (Laje do Muriaé); e demais representantes do Noroeste Fluminense, além do prefeito de Cardoso Moreira – região Norte – Gilson Nunes, para um encontro com o Dr. Sylvério Paiva Freitas, reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).
Na oportunidade, o reitor da UENF fez um sucinto relatório sobre a reunião ocorrida no dia 29 de julho, também em Itaperuna. Naquela ocasião foi entregue um documento aos prefeitos e a cada representante municipal, contendo planejamento, sugestões e ideias sobre a expansão territorial da UENF.
De acordo com o prefeito Paulada a estratégia adotada tem sido positiva. Paulada disse que a chance de trazer a UENF para a região é através da união. “Temos que somar forças. Aproveitar o prestígio político junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, para que toda a região cresça. Juntos, podemos conquistar essa vitória”, diz o prefeito".

A nossa visão é de que o processo em busca da expansão da UENF para o Noroeste caminha num ritmo eficiênte. A manutenção do entendimento sobre elementos como cooperação, reciprocidade, governança e desenvolvimento regional, representa a estratégia essencial para o pleno exito dessa empreitada.

Participação percentual do saldo de emprego da Região Norte Fluminense no saldo total do Estado

A Região Norte Fluminense vem ganhando representatividade na relação proporcional do saldo de emprego em relação ao saldo total do Estado. O gráfico apresenta os percentuais da região em relação ao Estado para o ano de 2010 para os meses de janeiro a junho de 2011. Observa-se uma trajetório de crescimento. Os percentuais indicados nos meses de janeiro e março, bem diferentes dos outros meses, ocorreram em função do fraco movimento de emprego na Região Metropolitana. Do lado da Região Norte Fluminense, destacam-se os municípios de Campos dos Goytacazes (setor sucroalcooleiro, construção civil e serviços) e Macaé (setor de serviços e indústria de transformação e construção civil).

sábado, 6 de agosto de 2011

Movimentação de comércio exterior em Campos e Macaé em 2011

A tabela apresenta a movimentação de comércio exterior em Campos dos Goytacazes, no primeiro semestre de 2011. verifica-se que a balança comercial experimenta deficit a cada mês. O saldo deficitário acumulado em junho já soma US$16,4 milhões, tendo os meses de março e junho pressionado o saldo acumulado, em função do aumento nas importações, sem a contrapartida nas exportações.

Contrariamente, Macaé apresenta um quadro bem diferente. Com um consistente nível de exportação, o saldo da balança comercial se apresentou superavitário em todos os meses do ano, com um saldo acumulado contabilizado em R$1,2 bilhão no período de janeiro a junho. Os meses de abril e maio apresentaram os maiores saldos comerciais, em função de menor pressão das importações.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Saldo de emprego formal no primeiro semestre de 2011 no Estado do Rio de Janeiro

No primeiro semestre de 2011 foram gerados 88.319 empregos líquidos no Estado do Rio de Janeiro. A região metropolitana contribuiu com 67,33% desses empregos, enquanto a região norte fluminense aparece em segundo lugar com uma participação percentual de 13,66%, com uma margem muito acentuada em relação a região médio paraiba que ocupa o terceiro lugar, com uma participação percentual de 6,23%.
Os municípios de maior referência, em termos de saldo de emprego formal em cada região, são os seguintes:

Na região metropolitana, o município do Rio de Janeiro apresentou uma participação percentual de 76,62%, o que mostra uma forte concentração do emprego nesta região.
Na região noroeste fluminense, o município de Itaperuna teve uma participação de 35,26% do total.
Na região norte fluminense, o município de Campos dos Goytacazes apresentou uma participação percentual de 47,98%.
Na região serrana, Petrólolis lidera com uma participação de 74,96%, repetindo o auto grau de concentração do emprego visto na região metropolitana.
na baixada litoranea, o município de Cachoeira de Macacu apresentou uma participação percentual de 20,82%, mostrando que existe uma boa distribuição do emprgo na região.
Na região do médio paraíba, o município de Volta Redonda liderou com 43,38% dos empregos da região.
A região centro sul, apresentou o município de Três Rios com uma participação percentual de 28,93% do total dos empregos, indicando também uma boa distribuição regional.
Finalmente, a região costa verde, apresentou o município de Itaguai com a maior participação percentual, ou seja, 80,13%, mostrando que o emprego é muito concentrado na região.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Movimentação bancária em maio na Região Norte Fluminense

Os valores na tabela representam os saldos de operações de crédito, dos depósitos a vista de governo, depósito a vista do setor privado e depósito a prazo, nos municípios da Região Norte Fluminense em maio. Campos dos Goytacazes apresentou o maior saldo de crédito no valor de R$1,1 bilhão, Macaé apresentou o maior saldo de depósito a vista do setor privado, cujo valor alcançou R$247,9 milhões e Campos apresentou o maior saldo de depósito a prazo com um valor de R$743,7 milhões.

O gráfico apresenta a trajetória de evolução dos saldos dos depósitos a prazo, no período de janeiro a maio, em São João da Barra. Observa-se que a evolução consistente dessa operação não tem gerado uma oferta de crédito na mesma dimensão. O município apresentou um saldo de depósito a prazo em maio no valor de R$ 78,2 milhões, inferior somente aos saldos de Campos e Macaé. Entretanto, o saldo de operações de crédito no mesmo mês no valor de R$26,9 milhões é inferior aos saldos de São Francisco de Itabapoana, São Fidélis e Quissamã.