sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Novo ciclo econômico em São João da Barra foi debatido ontem na Camara Municipal

Posteriormente a reunião ordinária na Camara Municipal em São João da Barra, nesta quinta feira, apresentei uma discussão sobre o novo momento de fortes mudanças que afeta o município, em função dos investimentos do Complexo Portuário do Açu. Pude observar a grande preocupação dos produtores rurais do quinto distrito em relação ao futuro da atividade agropecuária e, até mesmo, em relação a manutenção do supremo direito de propriedade.
Realmente é lamentável a condução desse processo, porém é preciso reavaliar o comportamento do cidadão que compõe esta sociedade. Claramente, pode ser observada a dificuldade de participação do cidadão que, culturalmente apresenta um perfil individualista. Por outro lado, as instituições representativas desses atores são frágeis e não conseguem proteger os seus assistidos.
Neste caso, somente o poder público constituído apresenta algum tipo de organização, ficando a sociedade civil totalmente desestruturada. Observo que este quadro facilita a deterioração democratica e não inibe as praticas privadas que são perversas aos menos favorecidos, fato que acelera a concentração de riqueza e aprofundanda a pobreza e a exclusão social.
Insisto que os produtores rurais precisam buscar algum tipo de organização onde as ações possam ser construídas coletivamente e induzidas por uma massa critica representativa. O problema rural não se concentra em meia dúzia de produtores, ele afeta a todos os produtores e, consequentemente, a toda sociedade. Uma sociedade que não apresenta uma certa organização não governamental, não é solidária à questões dessa natureza e só consegue raciocinar em função do interesse individual, possivelmente não apresenta condições essenciais para se inserir em um processo de transformação com as caracteristicas da atual.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Valores de Royalties de Petróleo creditados em outubro aos municípios da Região Norte Fluminense

A tabela ao lado apresenta os valores de royalties creditados aos municípos da Região Norte Fluminense em outubro deste ano. Campos dos Goytacazes e Macaé ficaram com um volume representativo, seguidos por São João da Barra e Quissamã. Nos primeiros dez meses deste ano, Campos acumulou o equivalente a R$408,4 milhões, enquanto Macaé acumulou o equivalente a R$302,5 milhões. O município de São João da Barra acumulou R$8,9 milhões e Quissamã acumulou R$6,0 milhões.

O gráfico ao lado apresenta as taxas de variação dos valores creditados aos municípios produtores de petróleo em outubro, tendo como base o mês de setembro. Carapebus apresentou o maior crescimento proporcional, ou seja, 32,6% ficando Macaé com a segunda taxa de crescimento, ou seja, 17,2%. A seguir aparecem Quissamã com um crescimento de 7,9% e São João da Barra com um crescimento de 5,4% no mês.


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Movimentação do emprego em setembro nos municípios com menos de 30 mil habitantes na RNF


A movimentação do emprego em setembro mostrou um forte processo de demissão na região, puxado por São João da Barra, que contabilizaou um saldo negativo de 248 vagas destruídas no mês. Conceição de Macabu aparece como o segundo município que mais destruiu vagas de trabalho. As principais ocupações responsáveis pelas demissões são da atividade de construção civil, tais como: servente de obras, motorista de caminhão e montador de estruturas metálicas, fato que comprova a sua natureza cíclica. A sustentabilidade, em termos de emprego, depende da solidificação das atividades de base que devem ser organizada em cadeias produtivas e na busca permanente de inovações.


O gráfico ao lado apresenta a trajetória evolutiva do emprego em São João da Barra neste ano. Muito similar ao ano passado, o segundo semestre apresenta uma desaceleração das contratações e uma aceleração dos desligamentos, fazendo declinar o saldo a cada mês, chegando a setembro com um forte saldo negativo de 248 vagas destruidas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Palestra "O Complexo Portuário do Açu e um novo ciclo de crescimento: perspectiva histórica

Na próxima quinta feira, dia 28 de outubro, as 18:00 horas, na Camara Municipal de São João da Barra, teremos a oportunidade de discutir aspectos importantes sobre o Complexo Portuario do Açu. A idéia é discorrer sobre a trajetória e os reflexos socioeconômico dos investimentos realizados no super porto do Açu nos últimos três anos. Como palestrante da noite, quero convidar a todos a participarem desse encontro e debaterem sobre tema tão relevante que muda, substancialmente, as condições atuais, gerando oportunidades e ameças para o município e região.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Movimentação do trabalho nos municípios com mais de 30 mil habitantes na Região Norte Fluminense


A tabela apresenta a movimentação do emprego em setembro nos municípios da Região Norte Fluminense. O maior número de empregos com carteira assinada no período de janeiro a setembro ocorreu em Campos dos Goytacazes. Foram 7.699 novas vagas criadas, contra 5.755 em Macaé.
Em Campos, as ocupações que mais contribuiram na composição do saldo foram: construção civil (2.576 vagas); agropecuária (1.748 vagas); serviços (1.689 vagas) e indústria de transformação (1.414 vagas).
Em Macaé, as ocupações responsáveis foram as seguintes: serviços (5.360 vagas); indústria de transformação (578 vagas).
Em São Fidélis: comércio (114 vagas); indústria de transformação (27 vagas).
Em São Francisco de Itabapoana: agropecuária (436 vagas); serviços (24 vagas); comércio (19 vagas).

O gráfico mostra uma boa recuperação de Campos dos Goytacazes em setembro, depois de experimentar uma trajetória de declínio no saldo de emprego no meses de junho, julho e agosto. Macaé, inversamente depois de um período de crescimento no saldo de trabalho, desacelerou em setembro.

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM CABO FRIO

Cabo Frio realiza a terceira edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, oficialmente aberta ontem, dia 18 de outubro, no auditório da Universidade Estácio de Sá. Participaram da abertura a professora Romilda Suinka diretora do IFF de Cabo Frio, professora Eliane de Freitas, representante da Secretaria Municipal de Educação de Casimiro de Abreu e professor Paulo Cotias, Coordenador de Ciência e Tecnologias do Municipio de Cabos Frio. Durante o evento o professor Alcimar das Chagas Ribeiro da UENF apresentou a palestra "O novo ciclo de crescimento na Região Norte Fluminense: perspectiva histórica" e lançou o livro A Economia Norte Fluminense: análise da conjuntura e perspectivas. O evento também contou a brilhante palestra da professora Roberta Ramalho do IFF sobre o tema "Meio Ambiente e Sustentabilidade".

domingo, 17 de outubro de 2010

Execução Orçamentária no município de Conceição de Macabu no período de janeiro a agosto de 2010

A tabela apresenta a execução orçamentária do município de Conceição de Macabu para o período de janeiro a agosto de 2010. As receitas correntes realizadas até agosto somaram R$26,1 milhões para uma previsão anual de R$41,0 milhões. As receitas, próprias realizadas no período, representaram 3,78% das receitas correntes, indicando uma forte dependência às transferências constitucionais, cujo valor previsto para 2010 é de R$32,5 milhões.
No grupo das despesas, a previsão para as correntes é de R$37,0 milhões com realização de R$22,1 milhões até agosto. As de capital previstas somaram R$8,2 milhões com realização de R$1,8 milhão até agosto. A despesa com pessoal e encargos somou R$13,3 milhões no período, ou seja, 50,86% das receitas correntes, enquanto a despesa de investimento somou R$1,5 no mesmo período, representando 5,75% das receitas correntes.
Conforme pode ser verificado, a mesma realidade da região se repete neste município, ou seja, uma grande dependência às transferências correntes, forte comprometimento das receitas com custeio e baixo nível de investimento, o que pode comprometer o processo de reprodução econômica.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Uma análise da trajetória e dos reflexos econômicos dos investimentos do Porto do Açu no município de São João da Barra

Comemorando dez anos de sua concepção e três anos de execução, o complexo portuário do Açu, localizado no Estado do Rio de Janeiro, no município de São João da Barra, foi motivado na necessidade de projetos estruturantes capazes de minimizar os reflexos da dependência regional à indústria petrolífera, face os riscos de longo prazo, em função da natureza finita desta atividade econômica.

A frente da Secretaria Estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Rio de Janeiro em 1999, o então secretário Wagner Victer foi o responsável pelas ações que gerariam a concepção inicial de um novo Terminal Portuário e de Apoio Offshore para a Petrobras. A iniciativa se justificava pela importância da bacia de Campos, responsável naquele momento, por 82% do petróleo produzido no Brasil e, sobretudo, pela necessidade da Petrobras por uma melhor estrutura de apoio Offshore, já que o porto de Macaé apresentava condições de saturação. Num estagio seguinte, o projeto foi ampliado, visando à movimentação de graneis líquidos e sólidos.

Nessa configuração, os potenciais investidores seriam o Governo do Estado, um grupo de empresas privadas e a Petrobras, que dividiriam um capital de US$100 milhões. Este projeto foi apresentado em 2000 à sociedade sanjoanense, onde o mesmo secretário mostrou a sua viabilidade técnica no litoral do município, em função dos estudos de batimetria realizados no litoral da Região Norte Fluminense.

Posteriormente, com a desistência da Petrobrás, o projeto foi redirecionado para a movimentação de granéis sólidos, especialmente minério de ferro, cuja atividade estava concentrada na Vale do Rio Doce, que também não demonstrou interesse pelo projeto.

Sem os principais investidores, o mesmo projeto foi apresentado ao empreendedor Eike Batista que enxergou uma grande oportunidade para novos investimentos no setor, desenvolvendo, posteriormente, estudos mais aprofundados sobre a viabilidade operacional do transporte do minério da mina para o porto e, paralelamente, adquirindo as terras onde hoje se desenvolvem as obras do complexo portuário do Açu. Assim, a pedra fundamental foi instalada em 27 de dezembro de 2006 e as obras iniciadas no final de 2007, com um investimento previsto da ordem de US$1,6 bilhão.

Com quase três anos de obras e com investimento em torno de R$1,5 bilhão executado, os reflexos econômicos em São João da Barra estão muito aquém das expectativas. O fato de a aglomeração ter se concentrado em um espaço rural fora da sede do município, inibiu a possibilidade de uma melhor dinâmica do comércio local. Observa-se certa movimentação de trabalhadores do complexo portuário na cidade de Campos dos Goytacazes, já que a mesma cidade oferece uma boa estrutura de serviços de toda natureza, portanto mais atraente do que São João da Barra, com a vantagem da distancia de locomoção ser praticamente a mesma.

Entretanto, o indicador de emprego formal tem favorecido São João da Barra. Em 2006 existiam 3.994 pessoas trabalhando com carteira assinada no município, segundo o Ministério do Trabalho. Em primeiro de janeiro de 2010 este número passou para 6.383 trabalhadores, ou seja, um crescimento de 59,81% no período. Entretanto, há de se considerar que dos 2.500 funcionários lotados no porto, aproximadamente, 60% vem de outras regiões, fato que leva os mesmos a transferirem parte de suas rendas para a suas cidades de origem. É ainda importante verificar que o salário médio dos trabalhadores da cidade envolvidos nas obras é baixo, enquanto que os trabalhadores com salários mais altos têm outra origem e buscam mercados mais sofisticados para o seu consumo.

Um outro indicador positivo em função dos investimentos é a arrecadação de Imposto sobre Serviço, o qual apresentou uma forte variação no período. Em 2006 o valor da receita somou R$919.528,75 enquanto em 2009 o valor se elevou para R$1.831.935,00 correspondendo a um acréscimo de 99,22%. É verdade também que o aumento de receita pública não representa, necessariamente, uma melhor dinâmica econômica local.

Finalmente, a transferência de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) representa, fundamentalmente, a dinâmica econômica local, já que o Estado distribui o valor correspondente usando, em maior representatividade, o critério de valor adicionado em cada município. Neste caso, quanto mais dinâmica a economia do município, maior a parcela de ICMS depositada pelo Estado. Numa avaliação temporal, pode-se observar que o município recebeu R$13,1 milhões em 2004 e R$16,4 em 2009, indicando um crescimento nominal de 25,19% no período. Considerando a inflação medida pelo IGP-M de 37,41% nesse mesmo período, pode-se afirmar que o crescimento real foi negativo em 8,89%. Na verdade, não podemos considerar nenhum avanço na atividade econômica interna, considerando esse importante indicador.

Essas avaliações comprovam que a consistente movimentação financeira executada em torno das obras de infra-estrutura para funcionamento do complexo portuário não refletiu no sistema econômico local na dimensão divulgada e esperada pela sociedade. Conforme já havíamos levantado à questão, projetos dessa natureza provocam externalidades positivas e negativas, sendo que as negativas afetam toda a sociedade local, entretanto as positivas beneficiam os mais bem adaptados. Existe, efetivamente, uma seleção natural, onde sobrevivem os mais aptos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Execução Orçamentária em São João da Barra no período de janeiro a abril de 2010

Os valores ao lado representam a execução orçamentária, no período de janeiro a abril de 2010, no município de São João da Barra. Das receitas correntes orçadas em R$ 367,6 milhões, foram realizadas até o segundo bimestre R$77,5 milhões, ou seja, 21,1%. A média mensal de R$19,3 milhões indica um valor acumulado anual da ordem de R$232,5 milhões, valor muito aquém do previsto e próximo do valor realizado em 2009. As receitas próprias realizadas até o bimestre representam 5,24% das receitas correntes e o investimento liquidado no mesmo periodo equivale 0,6% das receitas realizadas. Os gastos com pessoal e encargos consumiram 27,65% das receitas correntes no mesmo período.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Orçamento 2011 em São João da Barra

Olhando a capa do jornal São João da Barra, vejo a publicação do orçamento da mesma cidade, com destaque para o valor de R$384,5 milhões para 2011 e a sua distribuição por secretarias e fundos. Afinal, quais seriam os critérios para definição desse valor e sua distribuição, se em 2009 o valor realizado chegou a R$216,2 milhões? Baseado nesses dados o próximo orçamento será maior 77,8% do valor realizado no ano passado. A conjuntura econômica atual indica a inexistência de elementos que sinalizem uma variação dessa magnitude.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Audiência Pública da UTE a gás em São João da Barra

A Audência Pública para aprovação da Usina Termoelétrica II, movida a gás, para atendimento do complexo do Açu, ocorreu na noite do dia 6 de outubro, segundo foto de Luan Abreu. Conforme já observado na audência anterior, o formato não contribui para um processo de discussão mais aprofundada, a qual a questão exige. Estamos falando de grandes transformações que mudam a natureza da região e interfere tanto no espaço geográfico, quanto no ambiente socioeconômico.
O processo foi marcado por três ponto fundamentais.
Primeiro o teor, rigidamente técnico, da explanação do projeto, muito distante da capacidade de entendimento do cidadão comum.
Segundo, a constatação da péssima comunicação entre o empreendedor e a população. As queixas colocadas pelo presidente da colônia de pesca, sobre o avanço das ações sem a necessária interação com os pescadores, indicaram claramente fortes ruidos na comunicação. Terceiro, as respostas evasivas do representante do empreendedor, aos questionamentos levantados na ocasião do "debate". O discurso genérico sobre as externalidades positivas, no que diz respeito a geração de emprego, desenvolvimento econômico, capacitação de pessoal, etc., sem permitir o aprofundamento do debate, acaba se transformando em palavras ao vento. É evidente que a desorganização da sociedade local alimenta tal situação e, em função disso, o fluxo de infomação ocorre somente na direção emprendedor - poder público. É aconselhavel que o governo e empreendedor entenda que o detabe precisa ser ampliado e democratizado, sob pena da sociedade não participar, efetivamente, do presente processo de crescimento econômico.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Movimentação Bancária em julho na Região Norte Fluminense


Os valores dispostos na tabela ao lado, indicam os saldos das operações financeiras contabilizados em julho de 2010, para os municípios da Região Norte Fluminense. Em termos absoluto, Campos apresenta os maiores volumes: R$931,3 milhões de operações de crédito e R$872,8 milhões de depósitos totais. Macaé entretanto, apresenta um volume de depósito a vista privado superior a Campos, ou seja, R$285,5 milhões contra R$206,2 milhões. Macaé ainda apresenta R$732,4 milhões de operações de crédito e depósitos totais no valor de R$600,8 milhões.

Os indicadores representativos da preferência pela liquidez são apresentados ao lado. De forma geral, esses indicadores vem melhorando ao longo do tempo. Em julho, pode-se observar uma melhora mais acentuada em São João da Barra e Quissamã. Tal situação remete a um melhor nível de confiança dos bancos no sistema econômico e dos público no sistema bancário. Evidente que as boas condições da conjuntura econômica nacional tem um papel fundamental na queda dos índices de preferência pela liquidez. O público busca investimentos para os seus recursos, enquanto os bancos criam mais créditos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Execução Orçamentária em Campos dos Goytacazes no período janeiro a abril de 2010

A tabela apresenta os valores representativos da execução orçamentária em Campos dos Goytacazes no período de janeiro a abril de 2010. As Receitas Orçamentárias previstas para este ano foram R$1,4 bilhão, das quais foram realizadas até o segundo bismestre deste ano, o valor de R$ 575milhões, correspondentes a 41,66% do total. Destas, as Receitas Internas realizadas no mesmo período somaram somente R$29,5 milhões, ou seja, 5,12% das receitas totais realizadas.
As Transferência Constitucionais realizadas somaram R$511,8 milhões, ou seja, 95,9 das Receitas orçamentárias%.
Do outro lado, as Despesas Correntes previstas somaram R$989,0 milhões e foram executadas até o segundo bimestre o valor de R$321,8 milhões, ou seja, 35,54%. No grupo das despesas, os gastos com Pessoal e Encargos executados consumiram 29,2% das receitas realizadas, enquanto os Investimentos consumiram somente 8% das Receitas Realizadas.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Movimentação do comércio de açúcar em bruto no comércio internacional no período de janeiro a setembro de 2010

A tabela ao lado apresenta a movimentação de açúcar em bruto no comércio exterior. No mês de setembro foi mantida a dinamica de crescimento, já que volume exportado em tonelada cresceu 7,62% em relação a agosto. A receita em dólar cresceu 10,99%, enquanto o preço cresceu 3,12% no mesmo período.


A trajetória dos preços do açúcar, praticados no comércio exterior, é de queda desde abril, com interrupção do mesmo processo com uma leve recuperação em setembro.

Performance do minério brasileiro no comércio internacional no período janeiro/setembro de 2010

A movimentação de minério de ferro no comércio exterior em setembro, estancou a trajetória de consistente crescimento desde o início do ano. Foi verificado neste mês uma queda de 8,38% no volume em toneladas, relativo a agosto. A receita em dólar também sofreu uma queda de 7,44% no mesmo período. O preço da commodity cresceu 1% em setembro, considerando como base o mês de agosto, mas o seu ritmo foi desacelerado.

Os consumidores do minério brasileiro mantém forte pressão para inibir a escalada de valorização do minério no comércio exterior.


A figura ao lado, apresenta a trajetória evolutiva dos preços de minério praticados no comércio internacional, no período de janeiro a setembro de 2010. Conforme pode ser verificado, o preço cresceu em setembro sem a força dos meses imediatamente anteriores.





sábado, 2 de outubro de 2010

Livro Economia Norte Fluminense disponivel no blog

Prezados, o livro Economia Norte Fluminense: Análise da Conjuntura e Perspectivas já está disponível pelo Blog. Basta um clique na figura ilustrativa da capa. Aproveitem a leitura. Um grande abraço do amigo Alcimar Chagas