segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Transferência de Royalties de Petróleo em Agosto na Região Norte Fluminense

Os valores de royalties depositados em agosto, nos municípios da Região Norte fluminense, ficaram abaixo dos valores de julho. O município de Campos dos Goytacazes foi o que mais perdeu e São João da Barra, o município que contabilizou a menor perda no mês.
O gráfico a seguir apresenta os percentuais de perda nos municípios produtores de petróleo na região. Campos perdeu 10,44%, Carapebus perdeu 8,52%, Macaé perdeu 8,17%, Quissamã perdeu 9,71% e São João da Barra perdeu 6,95% no mês.



Imagens Venda Nova do Imigrante: Fazenda Camocim, Pedra Azul e Fazenda Carnielli









Viagem de observação a Venda Nova do Imigrante no Espirito Santo

Com objetivo prioritariamente de observação, cumpri a rota São João da Barra - RJ / Venda Nova do Imigrante-ES, tentando identificar elementos importantes, próprios de cada região, de forma a entender o comportamento de ambos os sistemas econômicos.
Após cuidadosa observação verifiquei indicadores disponíveis, os quais me levaram a seguinte conclusão: “os números por si só não expressam a real situação da dinâmica econômica em um ambiente, sobretudo quando esse olhar é rigidamente pontualizado, portanto, não sistêmico”.

A tabela a seguir apresenta um conjunto de indicadores sobre os dois municípios que, com a devida integração de elementos fundamentais observados, nos permitiu realizar a presente leitura.













Rapidamente podemos identificar que São João da Barra tem uma população 53% maior do que a população do município capixaba, além de uma área geográfica 144% maior.
A riqueza medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado no município fluminense é 335% maior, assim como e o PIB per capita (por pessoa) é 180% maior. No que diz respeito à estrutura orçamentária, o município capixaba apresentou um valor de receitas correntes em 2009, equivalentes a 17% do valor realizado em São João da Barra. Entretanto, o olhar somente através desses indicadores não deixa dúvidas da supremacia esmagadora de São João da Barra. Entretanto, a situação é bem outra. Inserindo elementos de nossa observação o quadro muda fundamentalmente. A pequena cidade apresenta um padrão habitacional, onde sobressaem construções de alto valor monetário. Não há sinais de miséria aparente. Os pequenos produtores rurais estão bem integrados a cidade, já que a proximidade geográfica e a comunicação é uma realidade.
As moradias mais simples apresentam um padrão médio com conforto e segurança. Como a economia é bem diversificada, a oferta de trabalho ocorre mais equilibradamente nas seguintes atividades: produção de pedras, agropecuária, pequenas fábricas, comércio e turismo. O negócio de grande destaque e motivo da visita é o “Circuito do Agroturismo” que conta com a liderança importante da Fazenda Carnielli no município de Venda Nova do Emigrante. Este circuito, baseado na gastronomia e no turismo, possibilita a interação entre o turista e os processos de produção agroindustriais por grupos familiares e, neste caso, se destacam as atividades de artesanato; plantações de frutas e legumes; produção de pães, bolos, biscoitos e doces; hospedagem rural; pesca; produção de vinhos, socol, defumados e queijos; produção e classificação de café; produção de morangos, produção de cachaça e açúcar mascavo, etc.
A atividade cafeeira se destaca na região e lá é encontrado o Jacu Bird Coffee, na fazenda Camocim. Trata-se de um café classificado como super premium, considerado o mais raro do Brasil. O processo depende da ave Jacu que após se alimentar de grande quantidade dos melhores frutos, elimina-os nos pés das árvores. Os funcionários da fazenda colhem esse material que é secado, limpo e torrado para consumo. Esse produto chega ao preço de R$360,00 o quilo. O restante da produção segue o processo classificado de orgânico e biodinâmico, em função da não utilização de produtos químicos, fertilizantes ou fungicidas. O mercado exterior é muito importante na aquisição desses produtos.
Uma pergunta interessante seria: Por que são verificados processos exitosos somente em alguns lugares? Na verdade estamos buscando essas respostas. Neste caso especialmente, alguns fundamentos são importantes. A organização produtiva está baseada no conceito do agronegócio e cadeias produtivas, já que integra as atividades agropecuárias, processamento industrial, serviços e comércio no território; no conceito de produção flexível, já que uma diversidade de produtos de alto valor em pequena escala é disponibilizada nos pontos espalhados do circuito para atender as demandas dos turistas de grandes centros; no conceito de que o território é importante para integrar escala de produção; na visão de que o conhecimento e a tecnologia são preponderantes para agregar valor aos produtos e, fundamentalmente, que a construção de confiança permite o avanço de redes horizontais que são fundamentais para a dinâmica econômica.
Vivem na região, descendentes de italianos desde o ano de 1888. A rede estruturada informalmente conta com um grande número de famílias de origem italiana e com vínculos de parentesco, o que pode ser um fator importante. Entretanto, o fator trabalho ampliado (disposição, comprometimento, conhecimento, formação profissional, capacidade gerencial), deve ser considerado como essencial para o sucesso dessa região.
O resultado da combinação desses elementos às condições geográficas favoráveis, tais como: boa oferta de água, terra produtível e recursos financeiros, completam o quadro de boa condição de uma cidade, apesar de não contar com um orçamento robusto. Em 2009 o município contabilizou um valor de Receitas Correntes equivalente a 17% da Receita de São João da Barra. Em contra partida, a riqueza gerada no município é bem distribuída e é resultado da combinação de recursos produtivos locais, o que permite gerar, por exemplo, depósitos a vista do setor privado 116% maior do que os depósitos em São João da Barra.
Um outro indicador interessante é o número de emprego formal. Veja que o município capixaba com uma população 35% menor do que a de São João da Barra, um PIB 77% menor, sem royalties de petróleo e sem os bilhões de investimentos no complexo de portuário do Açu, contabilizou 4.535 empregos em 2009, enquanto que São João da Barra contabilizou 5.715. Essas questões nos levam ao entendimento de que o substancial volume de recursos que ingressa em São João da Barra, segue o seu fluxo em direção ao poder público que se encarrega de gerenciá-lo de maneira concentradora, não gerando externalidades positivas essenciais e, conseqüentemente, permitindo uma cidade com forte desigualdade social.
No caso do município capixaba, a realidade é menos perversa, já que a riqueza gerada segue o caminho do sistema produtivo, refletindo empregos e salários bem distribuídos com reflexo no bem estar social. O governo com o seu pequeno orçamento cuida da infraestrutura física e social e as ações são mais democráticas, já que a participação da sociedade é mais aparente do que em São João da Barra.
Em termos de estrutura, o município ostenta o poder econômico e político, em função da presença de concessionárias de automóveis de luxo, rede com quatro agências bancárias, rede de restaurante e hoteleira importante, três faculdades (incluída o Instituto Federal), representações como: IBGE, SEBRAE, Secretaria Estadual de Fazenda, cooperativas agrícolas e de crédito. Como podemos verificar os sinais de riqueza e força política só são encontrados em cidades que podem sustentar o funcionamento dessas organizações.


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Averiguando o Impacto das Receitas de Royalties na Geração de Emprego nos Municípios Produtores da Região Norte Fluminense

A discussão envolvendo os temas “royalties” e emprego têm ocupado um espaço relevante na imprensa. Em decorrência, surgem de um lado os defensores da tese que as receitas de “royalties” geram emprego enquanto, do outro lado, estão os críticos que defendem uma posição contrária. Na verdade, a presente discussão carece de comprovações mais efetivas, diferente dos empolgados discursos.

Visando contribuir na elucidação dessa questão, esse artigo desenvolve uma análise de correlação entre as variáveis; receitas de “royalties” / emprego, para os municípios produtores de petróleo da Região Norte Fluminense, buscando verificar em que medida os “royalties” potencializam o emprego formal nesses espaços. O gráfico a seguir apresenta a trajetória do saldo de emprego nesses municípios.










Para atender tal objetivo, foram utilizados os indicadores de emprego com carteira assinada e as receitas de royalties no período de 2000 a 2009 e, posteriormente, construído um diagrama de dispersão para a verificação de tendências definidoras da relação entre as variáveis Recursos de “Royalties” (variável independente) e Saldo de Emprego (variável dependente). Para os 10 pares de dados considerados para cada município não foi possível constatar, visualmente, nenhuma relação significativa.

A análise de regressão linear entre as variáveis confirma a hipótese nula de inexistência de relação linear entre as variáveis (H0:  = 0), conforme os resultados dos testes de correlação/regressão linear nos municípios objeto do estudo. A seguir são apresentados no gráfico os resultados, considerando todos os municípios:










Pode-se observar a inexistência de correlação linear significativa entre as variáveis consideradas, exceto para São João da Barra, o que impede a adoção de um modelo de regressão linear para fins de previsão de empregos gerados com base em receitas de “royalties”. Poderíamos confirmar a hipótese positiva de geração de emprego através de “royalties” se os coeficientes estivessem próximos de 1, o que denotaria uma correlação positiva quase perfeita.
No caso de São João da Barra, o coeficiente 0,69 deve-se ao fato deste município ser fortemente influenciado pelas obras do Complexo Portuário do Açu, um mega empreendimento privado que prioriza mão-de-obra local não especializada. A percepção é de que esses investimentos impactam positivamente na formação de saldos crescentes de emprego, já que as ocupações oriundas das contratações estão de acordo com as atividades de construção civil envolvidas no processo de construção do complexo portuário do Açu.

Conclusivamente, pode-se afirmar, com base no presente estudo estatístico, que as robustas receitas de “Royalties” não têm contribuído para a geração de emprego nesses municípios, até porque o nível de investimento público historicamente tem sido muito baixo, o que fortalece a tese de que tais receitas alimentam a estrutura de custeio público.
Alcimar das Chagas Ribeiro e Rodrigo Nogueira

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eike Batista e a sua diposição em doar

"Jornal do Brasil"
Eike Batista se comprometeu a doar R$ 20 milhões por ano até 2014, para a implantação das UPPs em todo o estado. Em seu twitter, ele oficializa o convênio:
@eikebatista: Decidimos apoiar projeto das UPPs no Rio. Acredito em conceitos que funcionam. Este pode ser exportado p outras cidades, estados e o mundo.
O mesmo empresário deveria se empenhar em implementar os projetos mitigatórios de impactos socioambientais relativos as obras do complexos portuário do Açu, contratando empresas e profisionais locais. É importante informar que em São João da Barra podem ser encontrados profissionais de alto nível profissional.
"Só para lembrar, alguns desses projetos foram esquecidos porque a sociedade não exerce nenhum tipo de acompanhamento e cobrança".

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Trajetória do Emprego Formal em Campos dos Goytacazes

A trajetória do emprego formal em Campos dos Goytacazes, neste ano, apresenta uma condição mais favorável do que no ano passado. Conforme pode ser verificado no gráfico, apesar da desaceleração a partir de maio, os saldos de emprego são melhores em 2010. Entretanto, apesar do fechamento de usinas de açúcar nesta safra, o setor ainda se apresenta como potente gerador de empregos. Nos momentos de pico de emprego, as ocupações que se sobressaem e potencializam o resultado são, principalmente, as do setor sucroalcoolelrio, que são acompanhadas pelas ocupações da construção civil. Como reflexo desta dinamica, a atividade comercial evolui, criando novas vagas.

sábado, 21 de agosto de 2010

Viabilizando a Lei da Merenda Escolar

Foi divulgado pela Folha da Manhã o encontro da Secretaria de Agricultura de São João da Barra com a EMATER e os produtores rurais, objetivando viabilizar a aquisição de produtos agrícolas para a merenda escolar, segundo determinação da Lei 11.947. O esforço é louvável, entretanto inútil. Fico me perguntando, até quando o poder público vai entender que não dispõe de conhecimentos suficientes em seus quadros para intervenções complexas, como a referida. Fica claro, até mesmo, a falta de informação sobre o que se produz no município. Segundo a Secretaria de Educação, a demanda para a merenda escolar se dá em torno de vinte itens. O gráfico acima apresenta os produtos e as quantidades médias consumidas anualmente. É importante verificar que a capacidade produtiva do município fica restrita a 30% da presente demanda, segundo indicadores do IBGE. Um outro ponto fundamental diz respeito a escala de produção. Individualmente os produtores apresentam um conjunto de dificuldades que invialibiza a sua inserção. Os problemas estão muito além da disponibilização de informações básicas, como: a necessária declaração de aptidão ao Pronaf, Nota Fiscal e outras condições contratuais. O cerne da questão está na organização produtiva, a qual exige fundamentos não dominados pelos atores envolvidos na questão. Desta forma, a manutenção do processo sob a presente orientação não possibilitará a participação efetiva dos produtores locais e mais uma importante oportunidade será perdida pelo município.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Movimentação do emprego em julho nos municípios com menos de 30 mil habitantes

A movimentação do emprego no mês de julho, nos municípios com menos de 30 mil habitantes, na Região Norte Fluminense, apresenta São João da Barra com o maior saldo no mês e no acumulado do ano. O município gerou 714 novos empregos no ano em função das obras do complexo portuário do Açu. Quissamã ocupa a segunda posição, com a geração de 368 novos empregos no ano. O município de Conceição de Macabu se destaca dos demais por ter perdido 186 empregos no ano.


Numa avaliação da trajetória dos saldos de emprego no município de São João da Barra neste ano, observa-se um forte crescimento em fevereiro e março, em relação a janeiro, porém ocorre uma desaceleração forte em abril que se mantém em maio. Em junho verifica-se novamente uma recuparação, desacelerando novamente em julho. As variações observadas são próprias da fase de construção, onde o processo de admissões e desligamentos ocorre pelo encerramento ou início das fases especificas do projeto.



quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Movimentação do emprego em julho nos municípios com mais de 30 mil habitantes

O movimento de emprego nos municípios com mais de 30 mil habitantes, na Região Norte Fluminense, em julho, manteve a desaceleração observada desde junho. Campos dos Goytacazes gerou um saldo de 560 novos empregos no mês e acumulou um saldo de 6.422 empregos líquidos no ano. As ocupações com os maiores saldos no mês foram: construção civil com 296, comércio com 152 e indústria de trsnformação com 103 novas vagas. O município de Macaé gerou um saldo de 739 novos empregos no mês e acumulou um saldo de 2.985 empregos líquidos no ano. As ocupações com os maiores saldos no mês foram: serviços com 581, comércio com 109 e indústria de transformação com 62 novas vagas.


O gráfico apresenta a trajetória dos saldos de emprego de Campos e Macaé no período de janeiro a julho de 2010. Conforme indicado, depois do pico em maio, observa-se uma desaceleração do saldo de emprego nos meses de junho e julho.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Refletindo sobre as ações de apoio ao setor sucroalcooleiro em Campos dos Goytacazes

O fundo financeiro, criado pelo município de Campos dos Goytacazes, para apoiar o setor sucroalcooleiro é importante. Entretanto, é essencial que os agentes locais tenham um melhor entendimento sobre novas estratégias de organização produtiva, mais adequadas à realidade local. O Laboratório de Engenharia de Produção da UENF tem estudado o processo de decadência econômica do setor e indicações fortes sobre o papel do capital intangível, têm se acentuado. Está muito claro que somente a combinação de variáveis econômicas materiais são insuficientes para solucionar os problemas que afligem o setor, já que o sistema se compõe de pequenas propriedades agrícolas com escala insuficiente, altos custos operacionais e baixa produtividade. Essa combinação associada às dificuldades do parque fabril, dificilmente permite inserção no corrente sistema de acumulação capitalista, onde predominam a alta escala de produção, grandes investimentos e alta produtividade, a exemplo de regiões como: São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Góias. A literatura econômica tem indicado uma organização produtiva diferenciada para situações semelhantes a do Norte Fluminense. Neste caso, a integração do capital intangível ao capital tangível tem possibilitado uma melhor inserção ao sistema capitalista. Efetivamente, antes de disponibilizar recursos financeiros é necessário tratar o ambiente sócio-cultural, de forma a possibilitar um processo de melhoria no tecido social. Este sim, poderá induzir à necessária cooperação e reciprocidade entre os atores locais, elementos fundamentais para o aumento da escala, da produtividade e da competitividade, cujo fundamento de base é a ação coletiva. A organização da COAGRO pode ajudar nessa reflexão.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Movimentação Financeira em Maio na Região Norte Fluminense

A movimentação financeira em maio, nos municípios da Região Norte Fluminense, gerou um volume de operações bem próximo do mês anterior. Campos dos Goytacazes, com o maior sistema bancário da região, apresentou um saldo de depósito a vista do setor privado na ordem de R$225 milhões, enquanto Macaé, apresentou um saldo de R$ 258 milhões. Em termos de crédito, as operações realizadas em Campos dos Goytacazes apresentaram um saldo de R$ 898 milhões, enquanto em Macaé o saldo chegou a R$ 708 milhões.
O gráfico ao lado apresenta os indicadores de preferência pela liquidez do público e dos bancos no mês de maio. Lembrando que quanto menor o índice, melhor é a situação local, já que o grau de confiança entre os agentes econômicos é maior e, portanto, existe um melhor ambiente para o investimento privado e melhoria das variáveis econômicas.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

SÃO JOÃO DA BARRA E O TRÂNSITO CAÓTICO

O trânsito em São João da Barra tem extrapolado os limites da desorganização. Não se trata simplesmente de uma crítica sem fundamento. Tenho observado com muita preocupação, especialmente, no trecho da Avenida Rotary (BR 356), entre a Escola DOFEC e os fundos da Igreja de São Benedito, onde a todo momento as pessoas que por ali transitam, podem se envolver em uma grande tragédia. Aliás, há poucas semanas atrás, em frente ao Supermecado Lider, um veículo dirigido por um bêbado quase matou as pessoas que estavam no açougue do Chico. Para completar o quadro, as recentes obras do DENIT retiraram as lombadas, piorando a situação, já que o mesmo trecho agora possibilita uma maior velocidade. As pessoas que utilizam essa via estão sob risco iminente de acidentes graves, já que a confusão está sempre formada, em função da desorganizada combinação envolvendo carroças conduzidas por animais, bicicletas, veículos, carros estacionados irregularmente, bêbados, dentre outros. A população deve reagir e cobrar responsabilidades do poder público que mantém uma corporação com um grande contingente de guardas municipais que devem cumprir as obrigações da função. A acomodação das pessoas a esse quadro é perigosa e alimenta a possibilidade de acidentes graves, daí a necessidade de reagir para prevenir.