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emprego no estado do Rio de Janeiro em julho

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O estado do Rio de Janeiro apresentou o pior resultado do país, na geração de emprego no mês de julho. O estado eliminou 9.320 empregos no mês e eliminou 75.682 empregos no ano. O setor de serviços eliminou 31.180 vagas, o comércio eliminou 23.291 e a construção civil eliminou 11.718 vagas no período. Somente o setor agropecuário gerou saldo positivo de 2.380 novas vagas no ano.
No período acumulado de janeiro a julho, o país gerou 112.580 no vagas de trabalho e a região sudeste gerou 83.358 novas vagas. Na composição da região, São Paulo liderou com 86.049 novas vagas, Minas Gerais gerou 68.454 no vagas vagas, Espirito Santo gerou 3.615 novas vagas e o estado do Rio de Janeiro fechou o período com a eliminação de 75.682 vagas de emprego.

Emprego em julho na região Norte Fluminense

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A movimentação do emprego formal na região Norte Fluminense piorou em julho, comparativamente a junho. Foram eliminadas 4.413 vagas com forte participação de Macaé eliminando 4.375 vagas no mês. No acumulado de janeiro a julho, a região eliminou 6.440 vagas. Macaé eliminou 8.205 vagas, sendo 5.217 na construção civil, 1.379 no setor de serviços, 826 no setor extrativa mineral, 588 vagas no comércio e 211 vagas na industria de transformação. O único setor a gerar saldo positivo de emprego foi o setor agropecuário com a criação de 18 novas vagas de emprego no período.   Já Campos dos Goytacazes gerou 1.696 novas vagas no período de janeiro a julho. O setor agropecuário exerce franca liderança com a geração de 2.388 vagas, a indústria de transformação gerou 566 novas vagas e o setor de serviços gerou 205 novas vagas no mesmo período. Inversamente, o setor de construção civil eliminou 788 empregos, o comércio eliminou 706 empregos e o setor extrativa mineral eliminou 29 novas vagas no mesm…

Evolução percentual da conta de pessoal e encargos em relação as receitas correntes no estado do Rio de Janeiro em 2017

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O que o governo do estado arrumou com a conta de pessoal? A participação percentual do valor acumulado no primeiro semestre deste ano foi de 73,7% das receitas correntes realizadas.  Observem que o percentual no mesmo período de 2016 foi de 43,32%.  O valor absoluto da conta de salários e encargos no primeiro semestre de 2017 foi maior 97,2% do que o valor registrado no mesmo período do ano passado. O governo precisa explicar a origem do crescimento dos salários neste ano.

Execução orçamentária do estado do Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2017

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A execução orçamentária do estado do Rio de Janeiro apresentou um déficit de 5,24% no primeiro semestre deste ano. A execução das despesas orçamentárias é problemática, já que a realização das receitas correntes e tributárias extrapolaram a meta de 50% e as transferências ficaram um pouco abaixo. Já a execução das despesas ficaram bem abaixo da média, enquanto o seu valor absoluto superou o das receitas realizadas. A despesa com pessoal atingiu somente 44,88% do previsto e o investimento 3,76% das receitas correntes realizadas, o que define a perda total de capacidade de investimento do estado. Na análise vertical, observamos que as despesas de salários e encargos liquidadas consumiram 73,78% das receitas correntes realizadas no semestre.  Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, no âmbito do estado as despesas com pessoal e encargos não podem extrapolar 60% das receitas liquidas. As outras despesas correntes consumiram o equivalente a 25,74% das receitas correntes realizadas, enquanto …

Execução orçamentária em Campos dos Goytacazes em 2017

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A execução orçamentária no município de Campos dos Goytacazes,  no primeiro semestre de 2017, observou um certo equilíbrio entre o valor prevista e o realizado das receitas tributárias em torno de 51,35% e um valor realizado aquém do previsto das transferências correntes em 37,69%. A crise econômica nacional e fluminense e a redução das rendas de petróleo tem reflexos importantes no valor das transferências constitucionais. No grupo das despesas, entretanto, a situação é muito preocupante. A execução do semestre já apresenta um déficit orçamentário da ordem de 3,2% e a conta de pessoal e encargos liquidou o equivalente 59,93% do previsto. O equilíbrio deveria ficar em torno dos 50%. No confronto com as receitas correntes realizadas, a despesa de pessoal consumiu o equivalente a 61% no período analisado. Em 2016 a mesma despesa consumiu 61% no período de janeiro a dezembro. Quanto a despesa de investimento, o quadro é dramático. O município perdeu toda a capacidade de investir, o que com…

Balança Comercial do Brasil em julho

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A Balança Comercial do Brasil gerou um saldo superavitário  de US$6.298 milhões em julho, resultado de exportações no valor de US$18.769 milhões e importações de US$12.471 milhões. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o saldo superavitário cresceu 37,6% . No acumulado de janeiro a julho,  o saldo superavitário contabilizado somou US$42.514 milhões, resultado de exportações no valor de US$126.479 milhões e importações de US$83.965 milhões. Comparado com o mesmo período do ano passado, foi observado um crescimento de 50,6% neste ano. As exportações cresceram 18,7%, as importações cresceram 7,2% no acumulado de janeiro a julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

Exportação de petróleo em julho

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A exportação de petróleo em tonelada caiu 13,1% em julho, com base em junho. A receita em dólar caiu 21,0% e o preço caiu 9,1% no mesmo período. Na comparação com julho de 2016, foi observado um crescimento de 64,8% no volume em tonelada, crescimento de 72% na receita em dólar e crescimento de 4,4% no preço por tonelada.
O gráfico apresenta a trajetória dos preços por tonelada nos meses de janeiro a julho nos anos de 2016 e 2017. Podemos observar uma boa recuperação do preço em 2016, a partir de março. Em janeiro de 2017 o preço apresentou uma melhor valorização, entretanto manteve praticamente o mesmo patamar até junho, com queda em julho. A forte oferta de petróleo e falta de dinâmica na economia mundial dificulta a valorização do preço do petróleo.