quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Emprego nas microrregiões do estado do Rio de Janeiro no período janeiro a agosto

O emprego formal no estado do Rio de Janeiro se deteriorou, no período janeiro a agosto de 2016, em relação a janeiro a agosto do ano passado. Enquanto no país, o processo de eliminação de emprego cresceu 7% neste ano, no estado do Rio de Janeiro, o mesmo processo avançou 35% no mesmo período.
Na avaliação por microrregião do estado, isolando a microrregião Rio de Janeiro, Macaé foi a que mais eliminou empregos, seguido pelas microrregiões Vale do Paraíba Fluminense, Baia da Ilha Grande e Campos dos Goytacazes. 
Nesse contexto de forte eliminação de vagas de emprego, a microrregião Santo Antônio de Pádua foi a única a apresentar saldos positivos nos dois períodos. As microrregiões de Stª Maria Madalena e Macacu-Caceribu apresentaram saldos positivos em 2016.

Emprego formal em agosto na região Norte Fluminense

A situação do emprego formal na região Norte Fluminense, piorou em agosto, comparativamente a julho deste ano. Foram eliminados 2.141 empregos em agosto, contra 1.237 empregos eliminados em julho. No acumulado, de janeiro a agosto, foram eliminados 12.610 empregos na região.
O município de Macaé eliminou 1.266 vagas em agosto e 9.301 vagas no período de janeiro a agosto. Deste total,  o setor de serviços eliminou 5.305 vagas, a construção civil eliminou 1.768 vagas, o comércio eliminou 1.230 vagas, a indústria de transforação eliminou 693 vagas, o setor extrativo mineral eliminou 275 vagas e agropecuária eliminou 32 vagas no período.
O município de Campos dos Goytacazes eliminou 392 vagas em agosto e 2.039 vagas no período de janeiro a agosto. Deste total, o comércio eliminou 1.625 vagas vagas, o setor de serviços eliminou 1.138 vagas, a indústria de transformação eliminou 755 vagas, a construção civil eliminou 580 vagas e o setor extrativo mineral eliminou 9 vagas. O setor agropecuária salvou a economia de um desastre maior com a geração de 2.223 vagas no mesmo período.
O município de São João da Barra eliminou 94 vagas em agosto e 785 vagas no período de janeiro a agosto. Desse total, foram eliminadas 491 vagas na construção civil, 129 vagas no setor de serviços, 98 vagas no comércio, 44 vagas no setor extrativo mineral, 17 vagas na industria de transformação e 6 vagas na agropecuária no período de janeiro a agosto. 

domingo, 25 de setembro de 2016

Eleições em São João da Barra

Quero me dirigir, preferencialmente, aos eleitores indecisos de São João da Barra. Compartilho da visão de que a possibilidade de vitória da oposição, define um quadro muito desolar de nossa cidade.  Como sanjoanense que tem acertado muito mais do que errado nos prognósticos, consultem (http://economianortefluminense.blogspot.com.br/), fundamento essa tese na prepotência da candidata a conduzir o executivo local.
Dezenas de exemplos poderiam ser citados, porém cito apenas três: (i) o desrespeito com profissionais do seu estafe, quando prefeita, ignorando a experiência e o conhecimento dos mesmos auxiliares, (ii) a petulância na afirmativa de que não precisa ir à padaria, demonstrando total desprezo pelo povo que, em suas estratégias populistas, sabe muito bem usar em seu benefício e, finalmente, (iii) a prepotência e desrespeito no ato de compor as legendas partidárias. O caso que chamou atenção foi a cooptação de partidos pequenos que estavam ao lado da situação. Nesse ato covarde, apoiado por lideranças externas, dois indivíduos, que naturalmente não me autorizaram a falar por eles, tiveram suas candidaturas a vereador inviabilizadas. São eles Francisco Gregório e Merrinho. Esses sanjoanenses honestos fizeram valer a sua cidadania e não aceitaram a transferência, como outros colegas sem o mesmo brio.

Essas demonstrações de prepotência e desrespeito são nocivas para a nossa cidade que precisa de sanjoanenses equilibrados e com capacidade de interagir com o novo ambiente que se forma. São João da Barra está no meio do debate sobre a reconstrução do país e precisa entender o seu papel de produtor de petróleo e sede do complexo portuário do Açu, uma estrutura logística importante para o país. Por mais crítica que seja a conjuntura atual, existe a possibilidade de mudanças no curto e médio prazo, permanecendo a situação, fato não garantido com a chegada da oposição que além de radical, é prepotente e ignora o conhecimento científico. Reflitam!